Quem Somos

Com mais de 29 anos de atividade, a SOBRATEMA - Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração se dedica a propor soluções para o desenvolvimento tecnológico do setor, difundir o conhecimento e informações, participar da formação, especialização e atualização de profissionais que atuam no mercado brasileiro da construção e da mineração.

A entidade conta com o apoio de mais de 1 mil associados (profissionais e empresas de construção, de locação, fabricantes e prestadores de serviços) e de parceiros estratégicos, que englobam as principais entidades representativas de profissionais no Brasil e no exterior.

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Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração

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Arquivo da categoria: Construction Expo

fevereiro 23 , 2017

Construção civil busca implantar práticas inovadoras nos canteiros de obras

O mercado da construção civil tem procurado implantar nos canteiros de obras pelo país práticas inovadoras e sistemas construtivos que colaborem para a sustentabilidade ambiental e para a segurança do trabalhador. Com isso, além de resultados significativos para diminuir os desperdícios, a geração de resíduos, o consumo de recursos naturais e a emissão de materiais particulados, e para a mitigação de riscos à saúde dos profissionais envolvidos, há os benefícios econômicos.

     Foto: Bruno Peres/Min. Cidades

 

Uma das iniciativas que tem o objetivo de desenvolver de soluções tecnológicas para atender o canteiro de obras de empreendimentos habitacionais, especialmente de interesse social, é a rede de pesquisa colaborativa CANTECHIS, financiada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) do  Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e cujos resultados foram apresentados em um workshop realizado em São Paulo. Quatro universidades brasileiras estiveram envolvidas: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Dos cinco subprojetos elaborados, um deles fez o diagnóstico das necessidades tecnológicas para o desenvolvimento de canteiros mais sustentáveis e seguros e analisou as lacunas e oportunidades para serem trabalhadas, a fim de melhorar a questão socioambiental em obras. Para isso, foram estipuladas diretrizes e foram entrevistadas diversas empresas que atuam no segmento para saber quais são as práticas atuais aplicadas nos projetos.

Uma das descobertas desse estudo foi que o mercado considera importante a adoção de tecnologia e processos para mitigar os riscos na obra e minimizar o impacto ambiental. No entanto, apesar dessa conscientização, há ainda o desafio de implementação dessas práticas no dia a dia dos canteiros de empreendimentos de habitação de interesse social. Um exemplo foi que 100% dos entrevistados considera muito importante a redução das perdas de materiais na obra, mas cerca de 60% criaram práticas para alcançar esse objetivo.

A rede de pesquisa ainda trabalhou as questões de emissão de material particulado nas vizinhanças de canteiros; tecnologias de execução para melhoria das condições de trabalho e redução de resíduos; sistemas de proteção coletiva para canteiros de obras e soluções tecnológicas sustentáveis para instalações provisórias de canteiros de obras.

Esses temas estarão em evidência na Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos, que ocorrerá de 7 a 9 de junho, em São Paulo, e que reunirá o Sobratema Summit 2017, maior evento de conteúdo nas áreas da construção e do meio ambiente, a Construction Expo – Feira de Edificações e Obras de Infraestrutura – Serviços, Materiais e Equipamentos, a BW Expo - Feira de Serviços e Tecnologias para Gestão Sustentável de Água, Resíduos, Ar e Energia, e a M&T Peças e Serviços – Feira e Congresso de Tecnologia e Gestão de Equipamentos para Construção e Mineração.

Postado em Construction Expo , Semana das Tecnologias Integradas

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fevereiro 02 , 2017

Construção seca garante velocidade e segurança nas obras

A demanda por mais produtividade e segurança aliada às questões de preservação ambiental e ao cumprimento de cronogramas mais desafiadores resultou em mudanças no mercado da construção. Com isso, métodos construtivos, como a construção seca, ganharam ainda mais espaço ao proporcionar os benefícios requeridos pelo atual cenário, atendendo, assim, as exigências de construtoras e contratantes. 

A construção seca consiste na instalação e na montagem de estruturas, que foram fabricadas previamente em ambiente industrial, sem a aplicação de argamassas ou outros ligantes.  Entre os métodos construtivos mais conhecidos estão o light steel frame, o drywall e o wood frame. 
 
        Fotos: Understand Building Construction / Construfacil /  Pensamento Verde
 

O ligth steel frame, cuja estrutura de aço galvanizado utiliza perfis estruturais mais robustos (a partir de 0,80 mm de espessura), pode ser usado em diversos tipos de projetos para a construção de toda a edificação. Como benefícios, apresenta: melhor prazo de retorno de investimento pela montagem rápida, construção de ambientes maiores com a mesma metragem quadrada, excelente desempenho térmico e acústico e fundações mais econômicas.

O drywall traz velocidade para as construções, diminui o desperdício de materiais e o consumo de recursos naturais, o que a torna atrativa para as construtoras e incorporadoras que precisam cumprir seus cronogramas. Montadas sobre uma estrutura de perfil de aço galvanizado, cobertas de papel cartonado, as placas de gesso podem ter diferentes espessuras, dependendo da aplicação. Também como benefícios esta o bom isolamento térmico e acústico.

No sistema construtivo wood frame, as paredes são formadas por materiais com altíssima tecnologia e garantia de durabilidade e qualidade. Dentro da parede fica a estrutura em madeira autoclavada para proteção total contra cupim e umidade. Além da rapidez e da industrialização garantida pelo wood frame, a tecnologia também traz benefícios para o meio-ambiente. Durante o processo de construção, é emitido 80% menos CO2 no processo e produzido 85% menos resíduos.

A construção seca será um das áreas de destaque da Construction Expo 2017 – Feira de Edificações e Obras de Infraestrutura – Serviços, Materiais e Equipamentos, que será promovida de 7 a 9 de junho, durante a Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos. Considerada a feira do profissional da construção, trará muitas novidades em materiais, serviços e equipamentos para atender a demanda do setor.

Postado em Construction Expo , Revista Grandes Construções

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janeiro 19 , 2017

Investimentos anuais na construção precisariam ser de R$ 682,2 bilhões até 2022

Entre 2014 a 2016, os investimentos no setor da construção obtiveram uma redução de aproximadamente 20%. Para recuperar essas perdas acumuladas, o Brasil precisa aplicar a partir deste ano até 2022 um montante anual de R$ 682,2 bilhões, o que equivale a cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. No período, os investimentos totalizariam R$ 4,093 trilhões. Os dados são do 12º ConstruBusiness – Investir com Responsabilidade, uma publicação do Departamento da Indústria da Construção da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Deconcic-FIESP).
 
                Foto: Grandes Construções 
 

Com uma avaliação de toda a cadeia produtiva da construção, tem foco nos investimentos para infraestrutura econômica (energia, transportes e telecomunicações) e desenvolvimento urbano (habitação, mobilidade urbana e saneamento). Na área de transportes, por exemplo, a estimativa é de um aporte financeiro de R$ 68 bilhões anuais para serem aplicados em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. No segmento de energia (sistema, distribuição e transmissão), serão necessários R$ 17,5 bilhões por ano.

Os investimentos totais para a área de desenvolvimento urbano somam R$ 387,4 bilhões por ano. A área habitacional responde pela maior fatia com R$ 360,9 bilhões, em decorrência da necessidade de construção de novas moradias, que no período de 2010 a 2014 apresentou um déficit anual de 3,3% ao ano. Esse montante também contempla as reformas, ampliações e construção de edifícios comerciais. Na sequência está a mobilidade urbana, com R$ 13,4 bilhões, para projetos em trens e metros. Já os aportes no setor de saneamento básico são estimados em R$ 13,1 bilhões por ano.

Postado em Construction Expo , Revista Grandes Construções

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janeiro 12 , 2017

Perspectiva de retomada na produção de pré-fabricados de concreto em 2017

Uma pesquisa feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que o sentimento dos empresários que atuam na área de estruturas pré-fabricadas de concreto se assemelha ao do setor da construção de forma geral: a perspectiva de um aumento da atividade em 2017. 
 
         Foto: Banco de Imagens Abcic 
 

No ano passado, no entanto, o levantamento apontou para o declínio da produção desse tipo de sistema construtivo em razão do contexto desafiador que afetou toda a economia. As empresas reportaram ainda um aumento das dificuldades para a realização de investimentos em 2015 e 2016: para a maioria dos pesquisados, a política econômica e a carência de demanda foram destaques com maiores entraves. 

A sondagem da FGV também levantou os segmentos da construção civil onde foram utilizadas as estruturas pré-fabricadas de concreto e houve alterações no ranking na comparação com 2015. A área industrial foi apontada como principal destino das vendas de pré-fabricados, que assumiu a liderança, com participação de 19,9%. Obra em shopping centers, que liderava em 2015, passou para a segunda colocação, com uma participação de 17,4% - tinha ficado com 30,1% no ano anterior. 

Já o segmento de infraestrutura voltou a ganhar posições e passou a representar 14,8% da demanda das indústrias de pré-fabricados – em 2015, registrava um percentual de 8,4%. Na sequência, aparecem as áreas de varejo, com 12,2% de participação; Centros de Distribuição e Logística, com 11,8%; e edifícios comerciais, com 10,2% da demanda. Aparece ainda a área habitacional, com 4,7% de participação na demanda por pré-fabricados. A sondagem realizada pela FGV foi encomendada pela Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto (Abcic).

Postado em Construction Expo , Revista Grandes Construções

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dezembro 22 , 2016

Obras comprovam modernidade da engenharia brasileira

A engenharia brasileira dispõe de competência e de plena capacidade para se equiparar a todas as práticas utilizadas nos países desenvolvidos. No caso das estruturas pré-fabricadas de concreto, o nível das técnicas e procedimentos empregados nos países mais avançados está perfeitamente sintonizado com o que é feito no Brasil. Isso tem permitido a realização de obras em tempo mais curto, com materiais mais sofisticados, menor impacto ambiental e, ao mesmo tempo, mantendo os requisitos de segurança e durabilidade das estruturas. 
 
      Foto: Banco de Imagens Abcic 
 

Um exemplo disso é o Shopping Morumbi Town, localizado na zona Sul paulistana, que recentemente recebeu o Prêmio Obra do Anto em Pré-fabricados de Concreto, da Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto (Abcic), por apresentar diversas soluções inovadoras tanto em termos de engenharia, quanto da arquitetura e de logística para o caso do transporte das estruturas pré-fabricadas. Com quatro pavimentos, 1.400 vagas no estacionamento, o empreendimento ocupa 30,800 m2 de área bruta locável (ABL).
 
No caso de materiais, o principal avanço foi a utilização de fcks de até 80 MPa nas estruturas pré-fabricadas que compõem a obra. Isso permitiu significativas reduções de seções na estrutura e também na seção das lajes por meio do uso de armaduras de continuidade. Outro diferencial na construção foi a pós-tensão feita no canteiro para algumas vigas. Houve ainda a necessidade de que pilares de até 23 metros de altura fossem colocados no meio do vão de vigas, já que eles recebiam cinco pavimentos.
 
Considerado um dos segmentos da cadeia da construção civil que mais de perto tem acompanhado a evolução tecnológica, os avanços no tocante a normas técnicas e também o aprimoramento em termos de gestão empresarial, a indústria de pré-fabricado de concreto sempre busca estimular a constante modernização da atividade e, consequentemente, toda a construção civil. 

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dezembro 16 , 2016

Potencial de investimentos para empresas italianas no Brasil

Segundo a Confederação Geral da Indústria Italiana (Confindustria), há mais de 1000 indústrias italianas atuando no Brasil, que empregam cerca de 140 mil pessoas e possuem um faturamento conjunto de 30 bilhões de euros por ano. No entanto, em 2015, as trocas comerciais entre as duas nações somaram € 7 bilhões, uma queda de 10% em relação a 2014. Além disso, as exportações italianas ao Brasil caíram quase 25% no ano passado, e os oito primeiros meses de 2016 mostram que o sinal ainda não se inverteu.

Mesmo assim, de acordo com o Instituto Italiano de Estatísticas (Istat), o Brasil é o principal parceiro comercial dos italianos na América Latina. Já para os brasileiros, a Itália é o segundo parceiro comercial na Europa, depois da Alemanha, representando 2,2% de todo o comércio transacionado pelo Brasil. Entre 2010 e 2015, as exportações italianas para o Brasil registraram uma média anual de US$ 5,9 bilhões. Mais da metade dessas exportações (57%) são compostas por maquinários e produtos de elevado conteúdo tecnológico. No segmento de bens de capital, em particular, a Itália é o quarto principal fornecedor do Brasil, com um percentual de 7,8% do total das importações brasileiras na área. 

No que se refere aos investimentos diretos estrangeiros, o Censo de Capitais Estrangeiros no País realizado pelo Banco Central do Brasil avalia que a Itália possui o oitavo (US$ 17,1 bilhões) maior estoque de capitais investidos no Brasil, divididos entre os setores de informação e comunicação (34,9%), indústrias extrativas e de transformação (26,1%), energia e gás (21,8%), transporte e armazenagem (6,3%) e outros (10,9%). Esses dados foram apresentados na Missão Empresarial Brasil-Itália 2016, realizada em São Paulo, no final de novembro, que trouxe cerca de 50 empresas italianas e reuniu 500 participantes, entre empresários e executivos dos setores de infraestrutura, energia, aeroespacial, agronegócio, comunicação e tecnologia. 

Na ocasião, ainda foram apresentadas informações sobre o cenário da construção civil no Brasil e as possibilidades de investimentos em infraestrutura, por meio de palestras de representantes do governo federal, do Banco do Brasil, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do governo do Rio de Janeiro e de entidades do setor, como a Sobratema e a Abdib. 

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