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Com mais de 29 anos de atividade, a SOBRATEMA - Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração se dedica a propor soluções para o desenvolvimento tecnológico do setor, difundir o conhecimento e informações, participar da formação, especialização e atualização de profissionais que atuam no mercado brasileiro da construção e da mineração.

A entidade conta com o apoio de mais de 1 mil associados (profissionais e empresas de construção, de locação, fabricantes e prestadores de serviços) e de parceiros estratégicos, que englobam as principais entidades representativas de profissionais no Brasil e no exterior.

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Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração

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Arquivo da categoria: Inteligência de Mercado

novembro 10 , 2017

Venda de máquinas deve se recuperar em 2018

O mercado brasileiro de equipamentos para construção deve se recuperar no próximo ano. Segundo o Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção, a estimativa é que em 2018, haja uma retomada nas vendas de máquinas, com uma alta de 7,9% ante 2017. Se essa perspectiva se comprovar, será o primeiro ano com crescimento desde o início da crise econômica. 

De acordo com dados do Estudo de Mercado, a linha amarela – equipamentos de movimentação de terra –deverá apresentar um crescimento de 8%, as demais categorias de equipamentos, que incluem incluindo gruas, guindastes, compressores portáteis, plataformas aéreas, manipuladores telescópicos e tratores de pneus, deve ter um aumento de 7,3%, e caminhões rodoviários usados na construção, uma alta de 8%.
 
              Foto: Reginaldo Ornellas 
 

Neste ano, o mercado de máquinas já indica uma leve recuperação, por meio de algumas famílias que deverão obter dados positivos em termos de comercialização, como por exemplo, caminhões fora de estrada (150%), motoniveladoras (56%), plataformas aéreas (38%) e gruas (25%). 

No entanto, o setor da construção e a área de infraestrutura ainda não foram impactados de forma significativa pelo início da recuperação econômica, que já é percebido em outros segmentos da economia. Por esse motivo, o total nas vendas de equipamentos deve ter uma nova queda de 15% ante 2016, o que significa que serão comercializadas 12,1 mil unidades neste ano contra 14,4 mil unidades no ano anterior. 

Para a linha amarela, o Estudo Sobratema projeta uma diminuição nas vendas de 9% em 2017 em relação a 2016. Os equipamentos com menor retração estimada são as pás carregadeiras (queda de 5%) e as minicarregadeiras (9%). As miniescavadeiras terão a maior queda, com 32%.

Postado em Inteligência de Mercado, Revista M&T

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novembro 10 , 2016

Venda de máquinas deve recuar neste ano, mas projeta recuperação para 2017

O desaquecimento que afeta a economia brasileira de forma geral, também causou impacto negativo no setor de equipamentos para construção. Para este ano, dados do Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção projetam uma queda de 45,1% nas vendas em relação a 2015, com a comercialização de 14,4 mil unidades contra 26,2 mil no ano anterior. A redução nos investimentos públicos em obras de infraestrutura foi o principal motivo do encolhimento no mercado.
 
Foto: Revista M&T 
 

No caso da linha amarela – equipamentos de movimentação de terra –, o levantamento projeta um declínio de 36,5% nas vendas deste ano na comparação com as do ano passado. A queda mais expressiva deverá ocorrer nas vendas de rolos compactadores, com redução de 68,7%, enquanto os equipamentos com quedas menos acentuadas deverão ser: escavadeiras hidráulicas (-21,4%) e tratores de esteira (-24,2%). 

Apesar de ainda pairar alguma incerteza em relação à intensidade da esperada retomada da economia brasileira, há um consenso entre diversos analistas e economistas de que o próximo ano deverá ser marcado por uma melhoria geral nos indicadores dos principais segmentos. No caso de equipamentos para construção, a projeção para 2017 é de um aumento de 7,8% nas vendas, com a linha amarela crescendo na casa de 6,6% e os caminhões rodoviários utilizados na construção com projeção de ampliação de 10% nas vendas.

A justificativa para tais projeções de crescimento nas vendas de equipamentos para a área de construção está na percepção geral do mercado de que as demandas por obras de infraestrutura continuam crescentes no país, exigindo dos governantes, do setor privado e da sociedade em geral ações que resultem em algum investimento. O entendimento dos diversos agentes que atuam na área é de que, por menor que seja a destinação de recursos para novos projetos de infraestrutura ou na retomada de obras interrompidas, acabará promovendo um reaquecimento na atividade da construção civil de maneira geral, com consequente reanimação das vendas de máquinas. 

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novembro 13 , 2015

Os efeitos da desaceleração econômica sobre o mercado de equipamentos

O desaquecimento da economia brasileira, que teve início em 2014 com crescimento do PIB perto de zero e projeções negativas para este ano refletiu, como era esperado, sobre a indústria de equipamentos para construção civil e obras de grande porte.
 
Pelos dados do recém-concluído Estudo Sobratema do Mercado Brasileira de Equipamentos para Construção, a venda de máquinas para esse setor deverá registrar este ano um declínio de 57,8% na comparação com o ano passado: a estimativa é de que serão comercializadas neste ano 26,5 mil unidades contra 62,8 mil unidades em 2014. O principal fator que explica essa desaceleração foi a redução nos investimentos públicos em infraestrutura.
 
        Foto: Revista M&T 
 
Para o próximo ano, as vendas devem ter também uma retração, porém bem menor, da ordem de 2,1% ante 2015. Porém, uma pesquisa com usuários e fabricantes de máquinas, feita pelo Estudo, mostra que há uma perspectiva de retomada a partir de 2017, com uma recuperação mais robusta até 2020, inclusive, podendo alcançar os patamares de vendas de equipamentos obtidos em 2010, quando o segmento cresceu cerca de 70%. 

Para isso, seriam necessários que alguns fatores se concretizassem ao longo dos próximos anos, como a eficácia do plano de ajuste econômico e das novas concessões, a resolução da crise política e os investimentos para a renovação das frotas dos usuários. 

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março 12 , 2015

Estudo indica necessidade de investimento de R$ 4,5 trilhões em obras de infraestrutura até 2022

Os investimentos em infraestrutura e em obras voltadas para o desenvolvimento urbano deverão alcançar a marca dos R$ 4,5 trilhões até 2022. A constatação foi feita pelo 11º Construbusiness, um completo levantamento sobre a realidade presente e futura da cadeia produtiva da construção e que é feito a cada dois anos pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Considerando as duas áreas, o investimento médio anual deve ser de aproximadamente R$ 560 bilhões, equivalente a 9,8% do Produto Interno Bruto (PIB). 
 
       Fotos: Câmara Municipal de BH e EBC 
 
 
O estudo aponta que o País necessitará de 11,5 milhões de novas moradias nos próximos sete anos, o que representará a necessidade de se construir 1,4 milhões de habitações por ano. Para eliminar a precariedade habitacional, o Brasil necessitará, também segundo o levantamento, de outras 1,5 milhão de residências, além das 849 mil necessárias para reduzir o sistema de coabitação. O estudo indica que a construção dessas novas moradias deve consumir aproximadamente R$ 201,6 bilhões por ano até 2022, ante menos de R$ 100 bilhões por ano investidos até 2010. 
 
Em relação à área de saneamento básico, a estimativa, estabelecida no Plano Nacional do Saneamento Básico, é de que sejam investidos R$ 118,7 bilhões até 2022, o equivalente a aproximadamente R$ 14,8 bilhões ao ano. Além dos investimentos em ampliação dos acessos à água tratada e à coleta e tratamento de esgotos, estima-se a necessidade de aporte de R$ 3,2 bilhões ano em redes de macrodrenagem e na coleta e tratamento de resíduos sólidos, o que resulta num volume global de R$ 25,6 bilhões entre 2015 e 2022. 
 
No caso das obras destinadas a mobilidade urbana, elas devem envolver recursos na casa de R$ 12 bilhões por ano para o desenvolvimento de obras viárias, construção de sistemas de BRT e VLT, obras em corredores de ônibus, obras em metrô e trens metropolitanos e na implantação de sistemas integrados de monitoramento. De acordo com o estudo da Fiesp, esse montante é três vezes o investimento médio anual dos últimos quatro anos, o que vai requerer esforço adicional dos governos, principalmente em esfera federal. 
 
Por fim, na área de transporte e logística, a previsão é de um investimento total da ordem de R$ 423,8 bilhões, considerando a inclusão de 1.167 projetos, dos quais 99% devem ser realizados até 2023. 

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fevereiro 26 , 2015

Ainda restam algumas ilhas de otimismo em termos de investimentos

Apesar das perspectivas de vários analistas indicarem desaquecimento econômico no curto prazo, ainda existem perspectivas interessantes no que diz respeito a investimentos. Um exemplo é o recente anúncio feito pelo BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, cuja estimativa de investimento no período 2015 a 2018 totaliza a marca de R$ 1,38 trilhão, considerando apenas os recursos destinados à indústria e ao segmento de obras de infraestrutura. 
 
Fotos: Grandes Construções 
 
 
Caso se confirme as estimativas, a cadeia produtiva envolvida com esses dois segmentos, constituída por empresas que recebem encomendas dessas duas áreas devem ter um fluxo de negócios superior a R$ 900 bilhões em encomendas ao longo dos próximos quatro anos. Esse efeito sobre a cadeia produtiva será 13,7% maior do que no período de 2010 a 2013 – o ano de 2014 não foi incluído no estudo. 
 
No caso dos investimentos em infraestrutura, o fato de a economia estar momentaneamente desacelerada não representa um empecilho, pois os recursos destinados a obras de infraestrutura são, em geral, de longa maturação e deverão se manter estáveis em razão da necessidade do país modernizar suas áreas de transporte, energia e comunicação. Auxilia também nesse processo a constatação, feita por parte do governo, de que os investimentos deverão passar por concessões e envolver parcerias com a iniciativa privada. 
 
A projeção feita pelos técnicos do banco é de que a área de construção deverá ser o segmento que receberá o maior volume de recursos: um total de R$ 279,2 bilhões, valor 8,6% superior ao total investido no período 2010 a 2013. Outra área que revela otimismo no curto prazo é a da indústria ferroviária. Animado por um crescimento de 24% registrado no faturamento de 2014 em comparação a 2013, o setor ferroviário se mostra esperançosa para 2015. As projeções apontam para a produção de 4 mil vagões de carga, total bem superior à média da última década, quando foram produzidas cerca de 3 mil unidades anuais. 

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novembro 21 , 2014

Os impactos positivos do investimento de R$ 1,17 tri na infraestrutura do País

A redução dos principais gargalos existentes nas áreas ligadas à logística brasileira depende de constantes e volumosos investimentos em infraestrutura. Até 2019, estão previstos aportes de recursos públicos e privados da ordem de R$ 1,17 trilhão para a concretização de um total de aproximadamente 6.068 obras distribuídas por oito setores da economia – óleo e gás, transporte, energia, saneamento, indústria, infraestrutura de habitação, infraestrutura esportiva e outros. A constatação é da pesquisa Principais Investimentos em Infraestrutura no Brasil até 2019, elaborada por encomenda da Sobratema. 
 
Fotos: Revista Grandes Construções 
 
 
A maior parte dos recursos estimados deverá ser destinada exatamente ao setor de transporto, área mais problemática e cuja falta de investimentos causa o maior impacto no complicado sistema logístico do País. Nesse segmento, o montante estimado de investimento é de R$ 438,4 bilhões para o período 2014-1019, o que corresponde a 17,49% do total pesquisado. 
 
Em seguida, o relatório aponta o setor de óleo e gás, com estimativa de investimento de R$ 319,5 bilhões, o que significa 27,32% do total a ser aplicado. A terceira posição entre os segmentos que mais devem receber investimentos na área de infraestrutura é o do setor energético, com aporte previsto de R$ 191,7 bilhões. 
 
Nesse caso, os destaques ficam por conta das obras de geração de energia, que representa nada menos que 84,4% do montante total. As quatro obras de maior relevância na área elétrica continuam sendo as Usinas Hidrelétricas de Belo Monte, São Luiz do Tapajós, Jirau e Santo Antônio. As duas primeiras ficam no Estado do Pará, e as duas últimas, em Rondônia. Se todos esses aportes forem efetivamente aplicados, os já crônicos gargalos na logística do País deixarão de ser um empecilho ao desenvolvimento consistente da economia brasileira. 

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