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Com mais de 29 anos de atividade, a SOBRATEMA - Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração se dedica a propor soluções para o desenvolvimento tecnológico do setor, difundir o conhecimento e informações, participar da formação, especialização e atualização de profissionais que atuam no mercado brasileiro da construção e da mineração.

A entidade conta com o apoio de mais de 1 mil associados (profissionais e empresas de construção, de locação, fabricantes e prestadores de serviços) e de parceiros estratégicos, que englobam as principais entidades representativas de profissionais no Brasil e no exterior.

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Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração

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Arquivo da categoria: Instituto Opus

agosto 07 , 2015

Estratégias e diretrizes para garantir mais segurança nos canteiros de obras

Canteiros de obras são locais onde é necessária uma redobrada atenção com a questão da segurança. Afinal de contas, é comum a utilização de equipamentos como guindastes e gruas para a movimentação de cargas volumosas e pesadas, sem contar máquinas e ferramentas de médio e grande porte que podem ampliar os riscos de acidentes. Todavia, se os gestores das obras seguirem alguns procedimentos básicos, é possível alcançar elevado nível de segurança, assim como obter uma redução significativa nos riscos para operadores, funcionários e visitantes nas obras.
 
Fotos: Revista M&T 
 
 
A recomendação principal começa com um bom planejamento de todo o canteiro. Uma obra organizada, com materiais e equipamentos estocados e armazenados de maneira correta, diminui a possível ocorrência de acidentes ou incidentes envolvendo operários e pedestres que circulam pelos arredores da construção, além de facilitar o trabalho e acelerar o comprimento do cronograma. O mais indicado, é fazer um detalhado projeto do canteiro de obras antes mesmo do início dos trabalhos, atendendo, entre outras normas, as especificações da NR-18 (Norma Reguladora). 
 
Outro ponto importante é zelar pelo treinamento e capacitação contínuo de colaboradores, sobretudo aqueles envolvidos diretamente com operação de máquinas e guindastes que movimenta grandes cargas. O adequado e constante treinamento é o principal antídoto do improviso, que é um dos grandes fatores da ocorrência de acidentes. Equipe bem treinada e atuando num canteiro planejado também significa redução de custos, uma vez que funcionários conscientes sobre a necessidade, por exemplo, de acondicionar materiais em locais adequados, evita que eles fiquem espalhados pelo canteiro, o que contribui para evitar perdas, além impedir acidentes. 
 
Se os cuidados com segurança são importantes na rotina diária das pequenas tarefas, no caso, por exemplo, da movimentação de grandes cargas, que demanda içamentos em alturas elevadas, é preciso redobrar a atenção. Nesses casos é necessário fazer o adequado dimensionamento da carga, estabelecer um plano de rigging para cada movimentação e tomar todas as precauções inerentes à manobra, como isolamento da área, definir procedimentos de emergências, incluindo rotas de emergências, área de agrupamento para evacuação, etc. 
 
O gestor do canteiro deve assegurar-se de que todo o pessoal da obra domine e entenda seu trabalho, sua responsabilidade e comprometimento com a segurança sua e dos seus pares. Ele tem de ter como mantra o lema de que segurança é uma responsabilidade de todos no canteiro. Essas e outras recomendações sobre segurança estão constantemente entre os temas abordados na revista M&T. 

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janeiro 22 , 2015

Certificação de Terceira Parte beneficia a construção

O setor da construção vem investindo na capacitação de seus profissionais para elevar a produtividade e segurança nos canteiros de obras no Brasil. Entre as ações mais comuns estão a implantação de programas de treinamento e a contratação de instituições de ensino especializadas para realização de cursos específicos de qualificação, formação e reciclagem de pessoas. 
 
 

Recentemente, no mercado, foi desenvolvida a certificação de terceira parte, baseada na ISO 17024 que normaliza a certificação de profissionais, com o objetivo de elevar o patamar de qualidade, segurança e produtividade na construção brasileira. Além disso, ela também proporciona ao mercado a garantia de que o profissional certificado tem a qualificação e a capacitação adequadas para executar suas atividades com qualidade e segurança, de acordo com os padrões estabelecidos pelas normas regulamentadoras.

Outro ponto que beneficia o setor é que os centros de treinamento poderão ser credenciados. Assim, os diferentes tipos de cursos que existem no Brasil bem como os métodos, as cargas horárias e os processos diversos, poderão ser padronizados, com metodologia estruturada, conteúdo programático abrangente e carga horária definida. Isso garantirá a qualidade da formação e reciclagem dos profissionais do setor. 

Com isso, a certificação de terceira parte torna-se um diferencial competitivo para quem está em busca de desenvolvimento nos processos produtivos e de seus profissionais.  Esse tipo de certificação, oferecida pela parceria entre a Sobratema e Abendi – Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção, está disponível para as funções de Rigger, Supervisor de Rigging, Sinaleiro Amarrador e operadores de guindastes, gruas, guindauto, pontes rolantes e pórticos.

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fevereiro 06 , 2014

Segurança em obras ganha, ainda mais, importância com a realização da Copa

O registro de algumas ocorrências, incidentes e acidentes em obras destinadas à realização da Copa de 2014 têm deixado em alerta os órgãos de fiscalização, em especial aqueles ligados ao Ministério Público do Trabalho. Nos últimos meses, vários canteiros de obra têm recebido a visita de fiscais e algumas construtoras responsáveis foram convocadas para prestar esclarecimentos e explicar a existência de irregularidades. Em geral, o principal ponto averiguado nas inspeções das obras diz respeito a itens relacionados à segurança de trabalho, com ênfase especial no trabalho em altura, contemplado com uma norma específica, a Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35).
 
   Fotos: Grandes Construções e Portal 2014 
 
 
Esse tipo de regulamentação, aliada à grande visibilidade dos projetos relacionados ao evento esportivo a ser promovido no País, contribui para aumentar o nível de exigência em relação à segurança do trabalho. Com isso, programas e cursos de capacitação vêm ganhando destaque, principalmente aqueles ligados à formação de mão de obra especializada para operação e planejamento de movimentação de cargas e trabalhos em altura. Alguns desses cursos, inclusive, são in company a fim de treinar e capacitar os profissionais em seu local de trabalho, ou seja, nos canteiros de obras em todo o País.

Nesse sentido, o Instituto Opus, que possui mais de 10 anos de atuação na formação de profissionais para a área de construção e mineração, firmou uma aliança estratégica com a Abendi – Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção, entidade altamente reconhecida na área de certificação, para iniciar um processo de certificação dos profissionais ligados aos trabalhos de altura: rigger, supervisor de rigging e sinaleiro amarrador. A parceria visa proporcionar, ao mercado, a plena garantia de que o profissional da área possui a qualificação e a capacitação adequada para desempenhar e executar suas atividades com qualidade e segurança.  

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novembro 07 , 2013

A escassez de engenheiros e o papel da capacitação

A recente pesquisa feita pelo Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada conferiu feições numéricas à suspeita sobre a falta crônica de engenheiros no Brasil. Segundo o estudo, até 2020 o país teria de dispor de 660 mil novos engenheiros, considerando um crescimento médio anual da ordem de 2,5%. Caso a economia cresça mais, a demanda pode alcançar a casa de 1 milhão de engenheiros. Embora o estudo acentue que o aumento da procura por engenheiros tenha tido respostas efetivas das escolas de engenharia – entre 2000 e 2012 o número de estudantes que ingressaram na carreira de engenharia subiu 351% e, em 2011, pela primeira vez, houve mais calouro de engenharia do que de direito – salienta, no entanto, haver áreas com falta de profissionais, sendo as mais críticas nos segmentos de mineração e construção. 
 
Fotos: Unisinos e Crea-RS 
 
Há um agravante nessa situação: em 2010, apenas 38% dos engenheiros formados passaram a atuar na profissão. Segundo o Ipea, para atender a demanda prevista para os próximos anos, esse percentual precisaria subir para, no mínimo, 45%. O quadro de relativa escassez de profissionais ligados à área de construção e mineração não se restringe ao cargo de engenheiro. Outros postos igualmente padecem da falta de mão obra especializada. Quem atua em áreas de formação e capacitação de mão de obra, como o Instituto Opus, que em 10 anos de atividade já formou aproximadamente 6 mil pessoas, conhece de perto essa realidade.
 
Experientes profissionais que atuam no campo da formação e capacitação de pessoas salientam ainda que, além de se ter a quantidade suficiente de profissionais, há também a necessidade de que o corpo funcional passe por treinamentos periódicos para reciclar conhecimentos e se manter sintonizado com a constante evolução do setor. Em função dessa realidade, ganha especial relevância investimento em cursos, requalificação, treinamento e também certificação de profissionais, principalmente nas áreas ligadas à construção e mineração, onde o nível de segurança e qualidade é crucial. 

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outubro 09 , 2013

A importância da certificação de pessoas

Por Silvana Mayer* 
 
No Brasil, desde a década de 80, temos tido várias iniciativas para certificação de pessoas, que atuam nas mais diversas atividades profissionais, sempre com o objetivo de garantir a confiabilidade dos resultados esperados, a produtividade e consequentemente a competitividade nacional, em harmonia com os sistemas internacionais.

Após várias “ondas” de re-engenharia, terceirizações, parcerias, leanmanufacture, certificação de processos, etc... lembramos, finalmente, do “item mais importante do modelo produtivo” que é o homem. 

Passamos então a dedicar uma atenção especial aos profissionais que executam atividades críticas em nossos processos, determinando que estes devessem atender a certos pré requisitos de experiência profissional, escolaridade e treinamento; e demonstrar suas competências através de avaliações formais, independentes, comprovando que atendem critérios específicos para o exercício de determinada função ou ocupação.

Foram então elaboradas normas específicas para a certificação em determinadas atividades e a regulamentação da certificação de pessoas se deu com a emissão do padrão normativo ISO 17024 - Avaliação da Conformidade – Requisitos Gerais para organismos que realizam certificação de pessoas, possibilitando a acreditação de organismos independentes (3ª parte) para a certificação de pessoas.

Após esta sistematização, a certificação de pessoas tem sido buscada como um serviço especializado realizado por organismos ou entidades acreditadas. Estas organizações são reconhecidas pelo meio empresarial, acadêmico e do governo como entidades que buscam alto desempenho profissional e divulgação de tecnologias.

Segundo a norma ABNT NBR 15801, a certificação de pessoas é o “reconhecimento formal das competências de pessoas, por um organismo de certificação, mediante avaliação, comprovando que estas atendem a requisitos preestabelecidos em normas específicas, para o exercício de uma determinada atividade, função ou ocupação.”

A certificação de pessoas inclui benefícios para o país como o aumento da competitividade nacional proporcionada pela melhoria na qualidade dos serviços prestados nos diferentes modelos produtivos, seguindo as necessidades e realidade da cultura brasileira. A certificação de pessoas é fundamental para a imersão de trabalhadores na sociedade bem como na constituição de regulamentos e normas técnicas ligadas aos direitos de cidadania, segurança social e preservação ambiental. 

Para as empresas, a certificação de pessoas reforça a capacidade de concorrência e de produtividade com a padronização das atividades geradas a partir da estabilidade operacional, garantindo resultados através do maior valor agregado de seus produtos. 

Para os profissionais, a certificação é o reconhecimento de que são tecnicamente qualificados, compromissados com a qualidade do produto/serviço e capazes de fazer frente aos riscos de sua atividade e ao mercado de trabalho. A certificação de pessoas aumenta a inserção no mercado de trabalho e a empregabilidade através da atualização profissional e educação continuada.

* Silvana Mayer é Coordenadora de Processos da Qualidade da ABENDI - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção

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agosto 29 , 2013

Perdas com pneus geram elevado custo à manutenção de frotas

Além de reconstruídos para obtenção do menor custo por quilômetro rodado, os pneus sofrem danos em suas diversas regiões – banda de rodagem, lateral e ombros e, sem o conhecimento técnico de produtos e tecnologia de reparação, inevitavelmente, o componente será levado ao sucateamento prematuro, gerando perdas monetárias expressivas aos frotistas.

Existem também outros fatores importantes que reduzem de forma rápida a estrutura do pneu, ocasionando desgastes e fadigas prematuras, que podem comprometer sua recapabilidade e, por conseqüência, levar ao sucateamento. 

Um estudo focado exclusivamente em pneus sucateados apurou os motivos da inutilização desse componente, após a realização de análises técnicas detalhadas em sua estrutura. As variáveis mais importantes consideradas foram:

1- Sucateamento por falhas de fabricação 
2- Sucateamento por reconstrução do pneu
3- Sucateamento por falhas ocorridas operacionalmente e na manutenção do veículo. 
4- Sucateamento por falhas de consertos de danos vazados ocasionados por corpos estranhos, que denominamos “pequenos danos”. 
5- Sucateamento por falhas de consertos de danos vazados ocasionados por corpos estranhos onde temos que aplicar reparos comumente chamados de manchões. 
6- Sucateamento por falhas de análise técnica ou o produto (reparo) não atender a tecnologia atual dos pneus radiais, principalmente os de baixo perfil.

A conclusão do estudo é que os maiores problemas de sucateamento de pneus estão no processo de consertos, reparos e análise técnica.
 
 
 
Assim, os consertos e reparos deverão ser permanentes, ou seja, acompanhar a vida útil da carcaça.
 
Portanto, o conhecimento aprofundado de estrutura do pneu, o processo de reconstrução completa e o processo de reparos e consertos e normas aplicadas de ensaios e testes são primordiais numa “Gestão de Pneus na Frota”.

É possível perceber, portanto, que, em média, de 12 % a 14 % dos pneus sucateados poderiam estar em funcionamento, reduzindo de forma substancial as perdas.

Por isso, é importante que o frotista tenha como analisar onde estão ocorrendo as perdas significativas, pois as correções podem ser elaboradas sem grandes investimentos, já que não estão sendo reduzindo custos, mas sim eliminando perdas monetárias altamente significativas. Pensem nisto.

*Adilson João Catharino é instrutor do Instituto Opus no curso de Gestão de Pneus na Frota

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