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Com mais de 29 anos de atividade, a SOBRATEMA - Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração se dedica a propor soluções para o desenvolvimento tecnológico do setor, difundir o conhecimento e informações, participar da formação, especialização e atualização de profissionais que atuam no mercado brasileiro da construção e da mineração.

A entidade conta com o apoio de mais de 1 mil associados (profissionais e empresas de construção, de locação, fabricantes e prestadores de serviços) e de parceiros estratégicos, que englobam as principais entidades representativas de profissionais no Brasil e no exterior.

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Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração

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Arquivo da categoria: Sobratema Workshop

abril 13 , 2017

Segmento de manutenção de equipamentos avalia aspectos da terceirização

A Lei da Terceirização (lei nº 13.429) sancionada parcialmente no final do mês de março pela presidência da República possibilita a contratação de trabalhadores terceirizados para exercerem cargos na atividade fim, que são as principais funções de uma empresa.

 

Na área de manutenção de equipamentos, especialistas avaliam que ela pode ser benéfica em áreas não estratégicas. Isso porque com a evolução tecnológica dos componentes de uma máquina, como os motores e as transmissões, que possuem um nível de tecnologia muito sofisticado, há uma exigência também alta na especialização para realizar a assistência técnica necessária.

 

          Foto: Personal Press  

 

Além do avanço da tecnologia nos componentes, nos equipamentos e nos veículos, tem mais duas questões que podem contribuir para a terceirização de algumas áreas nesse segmento, que é a diminuição do custo fixo e o maior foco no negócio da companhia. Em países, como os Estados Unidos, algumas empresas trabalham apenas com a mão de obra específica do negócio, sendo o restante, terceirizado.

 

Com isso, o papel do dealer pode ser ampliado quando se fala em manutenção, assim como a contratação de mecânicos terceirizados, que podem ser capacitados e certificados pelo distribuidor e/ou até mesmo pela companhia que utiliza os equipamentos.

 

Quando se pensa em terceirização, especialistas analisam ainda os benefícios, como a menor necessidade de mão de obra especializada, a garantia e a atualização das especificações e processos, e as desvantagens, incluindo a necessidade de uma estrutura de controle, dificuldade de alteração de prazos e prioridades e maior custo. Nesse sentido, uma mudança na estrutura de manutenção depende de planejamento, de indicadores, de controle e de gestão dos ativos.

 

A avaliação sobre a questão da terceirização foi um dos tópicos debatidos por seis especialistas das áreas de construção, mineração, locação, içamento de carga, transportes e areia e brita, durante o Workshop 2017, que foi promovido em abril, em São Paulo. 

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abril 07 , 2017

Pesquisa mostra fatores mais importantes para usuários na manutenção

Uma pesquisa com 350 usuários de equipamentos pesados em todo o país identificou os benefícios e os tributos valorizados nos serviços de pós-venda e de manutenção, seu comportamento no cenário atual e buscou detectar as tendências no mercado. 

 

        Foto: Personal Press  

 


Divididos em seis macrorregiões, os entrevistados eram, em sua maioria – cerca de 80% –, proprietários, compradores e gerentes das empresas. O parque de máquinas e caminhões desses usuários soma aproximadamente seis mil unidades, sendo que mais de 50% possui até 10 equipamentos. O setor de atuação mostrou-se bastante variado, incluindo as áreas de construção, agronegócio, mineração, locação, materiais de construção, florestal, siderurgia, prestação de serviços, peças e serviços, entre outros.

 

Um dado interessante divulgado foi que boa parte dos entrevistados está realizando a reforma de suas máquinas. Isso significa que esses clientes estão dando uma segunda ou terceira vida para seus ativos, em função da situação econômica, que culminou na falta de recursos ou créditos para compra de novos.

 

Essas reformas são realizadas, principalmente, pelos mecânicos da própria empresa ou por mecânicos terceiros. Segundo a pesquisa, somente cerca de 16% dos usuários utilizam os serviços de concessionários nessa situação. O principal motivo para este resultado é a redução de custos de logística, decorrentes dos deslocamentos dos equipamentos até a oficina dos dealers, ou do envio dos mecânicos especializados até o local da ocorrência.

 

Outra informação importante divulgada foi que os fatores que esses usuários consideraram mais importante para responder a pesquisa são a disponibilidade operacional (15,1%), o consumo de combustível (12,5%), o custo de peças (9,8%), agilidade na solução de problemas (9,4%), disponibilidade de peças (9,4%) e durabilidade de longo prazo (8,6%), entre outros.

 

A pesquisa foi encomendada pela Tracbel e divulgada no Workshop 2017, que foi promovido no dia 5 de abril, em São Paulo. 

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março 30 , 2017

Manutenção preventiva assegura a qualidade do equipamento

Um dos aspectos importantes contidos em um planejamento assertivo para a manutenção de equipamentos e veículos é a realização da manutenção preventiva, ou seja, de verificações periódicas com o objetivo de evitar a ocorrência de falhas potenciais. Entre os dois tipos mais comuns estão a preventiva e a preditiva. A primeira usa o tempo como parâmetro de periodicidade, e a segunda usa o resultado das medições de parâmetros físicos (temperaturas, pressões, vazões, etc.) e a análise de óleos para definir o momento das intervenções. Ambas se completam e são importantes para assegurar a preservação das máquinas.

 

Segundo especialistas, a qualidade dos equipamentos das empresas que praticam essa manutenção periódica é melhor e os índices de produtividade por máquina também são maiores em relação aos usuários que utilizam a corretiva, que é a manutenção não periódica, causada por falhas e erros. Ela pode gerar custos extras para o usuário, como por exemplo, na área da construção, quando a obra pode ficar parcialmente parada ou gerar atrasos no cronograma porque o equipamento precisou ser retirado para realizar a correção do problema.

 

Em outros setores, como o transporte rodoviário de pessoas, a manutenção preventiva é fundamental para que esse os ônibus não quebrem no percurso, criando problemas logísticos, afinal é necessário enviar rapidamente outro veículo para transportar aquele público até o local de destino, e de imagem para a empresa de viações. No caso do segmento de guindastes, a qualidade de manutenção é fundamental para a preservação do patrimônio e para minimizar os riscos de acidentes de trabalho.

 

Os conceitos técnicos, as novidades em práticas de gestão e a manutenção aplicada em seis segmentos – construção, mineração, transportes, locação, içamento de carga e areia e brita – estarão em debate no Workshop 2017, que será promovido no dia 5 de abri, em São Paulo. 

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março 23 , 2017

Planejamento e controle fazem a diferença na manutenção de máquinas e veículos

Em cenários de dificuldades econômicas, as empresas buscam reduzir custos para preservação de seu equilíbrio financeiro até o momento da retomada. Algumas vezes, elas olham para o setor da manutenção como uma das fontes para isso. Esse ponto vista é importante, desde que esta área não seja estratégica para os negócios da companhia. E, por meio da literatura e da experiência, que fornecem métodos e conhecimento, é possível descobrir se ela é estratégica ou não.

 

Na visão de especialistas, nesta atual cenário, há certas medidas que podem ser tomadas antes das reduções de custos, como por exemplo, a renegociação de dívidas. No caso da manutenção, o ideal é buscar a excelência nessa área, focando justamente um menor custo. Para isso, é imprescindível ter uma gestão eficiente, baseada em planejamento e controle. Esses dois itens fazem toda a diferença, porque o primeiro seria o destino e o segundo, a rota para atingi-lo.

 

Além disso, sem um bom planejamento das atividades de manutenção, o trabalho torna-se imprevisível, porque o gestor não tem uma ideia real de custo, não consegue dimensionar de maneira efetiva seus ativos, a mão de obra necessária para realização da tarefa, e os recursos físicos, como por exemplo, a oficina, as ferramentas e os materiais. O controle também fica prejudicado, resultando em menos produtividade e qualidade e mais custos e retrabalho.

 

Uma gestão de manutenção de máquinas deve, então, considerar processos, resultados, indicadores. E ela requer competência, habilidade e atitude, além de uma visão pró-ativa, que consiga se antecipar aos problemas. Antigamente, o gestor era tão bom quanto mais rápido consertasse o ativo, mas no atual cenário, é preciso mais, uma vez que a equação é mais complexa, já que a manutenção não está sozinha. Ela se relaciona com recursos humanos, treinamento, compras, estoques, participa da área de financeira, contribuindo na definir melhores marcas, modelos, dimensionando corretamente.

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abril 14 , 2016

Equipamentos para compactação leve podem atuar em locais de difícil acesso

O mercado da construção conta com uma linha de equipamentos para compactação leve, que atende aplicações específicas, como por exemplo, obras em locais de difícil acesso. Uma dessas máquinas é o compactador de placa acoplável, que pode ser usado em escavadoras, que possuem um alcance para atuar em lugares de difícil acesso, como valas profundas, estreitas e graus particularmente íngremes. Um dos benefícios é a segurança, porque a partir da cabina de escavadeira, o operador pode girar o compactador de placa acoplável em diversos ângulos.
 
     Fotos: Ammann 
 
Os compactadores de percussão são utilizados especialmente em espaços com pouco espaço, trazendo produtividade, alta manobrabilidade, além de possuir amortecimento dos níveis de vibração que atingem o operador. Já as placas vibratórias são fáceis de operar, versáteis e com capacidade de se ajustar facilmente para diferentes aplicações. Alguns desses equipamentos movem-se tão rapidamente quanto os compactadores de solo. Outras podem trabalhar em rampas íngremes.

Por fim, há os compactadores de trincheira, para serem utilizados na compactação de taludes, na construção e gasodutos, eletrodutos e aterros sanitários, e em obras com áreas de difícil acesso, em espaços confinados e estreitos e para a compactação de bueiros. Esses equipamentos possuem baixo centro de gravidade e amplo acesso para manutenções.

Essas informações foram apresentadas por especialistas no Sobratema Workshop, que promoveu, na semana passada, em São Paulo, um debate abrangente sobre os conceitos e tecnologias para o mercado de compactação. 

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abril 08 , 2016

Compactadores de resíduos são ideias para o uso em aterros sanitários

Os compactadores, mais conhecidos por sua utilização em obras rodoviárias, podem ser usados em outros mercados, como por exemplo, para a compactação de resíduos sólidos. Sua aplicação, recomendada em aterros sanitários, objetiva um melhor aproveitamento dos espaços e a redução de desmoronamentos, chorume, risco de incêndio, de proliferação de pragas e de dispersão de lixo no ambiente com a ação do vento. 
 
           Fotos: Bomag
 

Segundo um especialista de uma fabricante francesa, os compactadores de resíduos possuem o chassi inferior fechado, o que resulta em não contaminação de resíduos, chorume e sem risco de incêndio. A junta oscilatória e articulatória assegura o contato permanente entre o material e as quatro rodas ferramentas o que melhora a tração e a compactação, além disso a alta distância do solo reduz o desgaste do equipamento. Assim, pela alta densidade de compactação e melhor tração, essas máquinas aumentam a produtividade e ofertam maior disponibilidade de aplicação devido a sua baixa manutenção. 

Em comparação a um trator de esteiras, o compactador apresenta melhores resultados, uma vez que a pressão específica no solo pelo trator é muito baixa, de cerca de 7 N/cm², tendo um efeito de compactação pequeno. Já o compactador tem uma pressão de aproximadamente 240 N/cm², com resultados positivos também na trituração de resíduos, na capacidade de penetração e no efeito de amassamento. No entanto, o especialista alerta que em alguns tipos de aplicações o uso de compactadores não é recomendada, como em operação tipo tombamento, porque existe uma baixa densidade de resíduos. 

Essas informações foram apresentadas durante o Sobratema Workshop, realizado nesta semana, em São Paulo, cujo tema trouxe um amplo debate sobre os conceitos e tecnologias para o mercado de compactação. 

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