Quem Somos

Com mais de 29 anos de atividade, a SOBRATEMA - Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração se dedica a propor soluções para o desenvolvimento tecnológico do setor, difundir o conhecimento e informações, participar da formação, especialização e atualização de profissionais que atuam no mercado brasileiro da construção e da mineração.

A entidade conta com o apoio de mais de 1 mil associados (profissionais e empresas de construção, de locação, fabricantes e prestadores de serviços) e de parceiros estratégicos, que englobam as principais entidades representativas de profissionais no Brasil e no exterior.

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Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração

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Arquivo da categoria: BW Expo

junho 22 , 2017

Cidades procuram investir em saneamento básico

A universalização dos serviços de saneamento básico é um dos principais desafios na área de infraestrutura. São mais de 34 milhões de brasileiros sem acesso à água tratada e o índice de coleta de esgoto está em 50% enquanto o de tratamento de esgoto, em 42,7%.

Assim, para atingir esse objetivo, o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) previa investimentos de R$ 400 bilhões até 2033. No entanto, de 2010 a 2015, o aporte médio ficou em cerca de R$ 11 bilhões, quase a metade do necessário, segundo estudo da GO Associados.

Foto: Prefeitura de Niterói 

 

Mesmo assim, os municípios e as capitais estão buscando alternativas para melhorar o saneamento. O ranking do Instituto Trata Brasil mostra que, em cinco anos (2011 a 2015), as 26 capitais (menos Palmas, no Tocantins) investiram, juntas, a quantia de R$ 19,44 bilhões, ou seja, 63% do que investiram as 100 maiores cidades (R$ 30,8 bilhões) e 32% do que o país todo investiu no mesmo período.

Já em termos de municípios, Niterói, no Rio de Janeiro, por exemplo, investiu nesses cinco anos em torno de 150 milhões. A cidade é a primeira do Estado neste quesito e, além de universalizar o abastecimento, hoje possui um índice de 17% de perdas de água e 92,8% de todo o esgoto produzido recebe tratamento.  A perspectiva da prefeitura é que, até 2018, 100% do esgoto seja tratado. Para isso, estão sendo construídas duas novas estações de tratamento de esgoto – Sapê e do Badu –, totalizando dez ETEs no total.

Uma das ETEs inauguradas, Maria Paula, conseguiu atingir uma eficiência energética que resultou numa economia de R$ 3 milhões, depois de adotar equipamentos e tecnologia de ponta. A estação conta com três módulos, cada um com capacidade para tratar 60 litros de esgoto por segundo, totalizando 180 L/s, integra um sistema que possui também 25 quilômetros de rede, 10 quilômetros de recalques e 12 elevatórias e beneficia cerca de 40 mil pessoas de Maria Paula, Matapaca, Vila Progresso e Muriqui. O case dessa ETE foi apresentado Sobratema Summit, maior evento de conteúdo do mercado de meio ambiente e do setor de construção no país. 

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março 09 , 2017

Tecnologias promovem o tratamento de gases poluentes

Resultado da emissão de gases e pequenas partículas que alteram sensivelmente a qualidade do ar, a poluição atmosférica traz consequências ao ecossistema como um todo, prejudicando não apenas a saúde humana, mas também os animais, os vegetais e o patrimônio cultural e histórico.

 

Para preservar o meio ambiente e melhorar a questão da qualidade do ar, vêm sendo desenvolvidas tecnologias para tratamento de poluentes, para controle da poluição do ar, de material particulado (MP), e para gases e vapores.

 

       Foto: Soluções industriais 

 

 

Para o controle de MP, por exemplo, os filtros de manga, usados em larga escala, fazem a separação de gases e partículas, através da passagem do ar. As impurezas ficam retidas nos poros dos fios e na superfície do filtro. Para que as mangas não entupam, é importante realizar a manutenção do sistema de limpeza desse filtro.

 

Há também os precipitadores eletrostáticos, que reduzem emissões de material particulado abaixo dos limites legais exigidos pelos órgãos ambientais. Eles podem ser secos, comumente empregado para remover partículas secas, como cinzas, grãos e poeiras; e os molhados, que recupera partículas úmidas.

 

No Brasil, a Resolução CONAMA nº 3/1990 é que estabelece os padrões de qualidade do ar e os parâmetros regulamentados são as partículas totais em suspensão, fumaça, partículas inaláveis, dióxido de enxofre, monóxido de carbono, ozônio e dióxido de nitrogênio. 

 

A BW Expo 2017 – Feira de Serviços e Tecnologias para Gestão Sustentável de Água, Resíduos, Ar e Energia, apresentará de 7 a 9 de junho de 2017 as principais tecnologias voltadas para tratamento de gases poluentes. O evento será promovido durante a Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos.

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fevereiro 16 , 2017

Brasil é destaque em energia eólica

 O Brasil é a nona nação com maior capacidade instalada de geração de energia eólica no mundo, segundo estudo realizado pelo Conselho Mundial de Energia Eólica (GWEC, sigla inglês). Ano passado, o país estava na décima posição, mas ao alcançar a marca de 10,74 mil megawatts (MW) instalados de capacidade eólica em 2016, dois mil megawatts a mais do que em 2015, superou a Itália, que obteve 9,2 mil megawatts.
 
                   Foto: Grandes Construções 
 

Com isso, o Brasil já responde por 2,2% da capacidade global. E, até 2020, o País poderá alcançar 18 GW, considerando os contratos já realizados e novos leilões, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). A China lidera o ranking 168,7 mil megawatts, seguido por Estados Unidos (82,2 mil MW), Alemanha (50 mil MW), Índia (28,7 mil MW) e Espanha (23 mil MW).

No total, o Brasil possui em 430 parques eólicos, sendo o Rio Grande do Norte, o estado com o maior número de parques eólicos (125) e potencia em operação no país (3,4 GW de capacidade instalada). Na sequência estão os estados da Bahia, com 1,9 GW e 73 parques eólicos, e o Ceará, com 1,7 GW de capacidade instalada e 68 parques.

O potencial eólico do Brasil segue crescendo, por esse motivo, os investidores seguem interessados em construir ou comprar usinas de energia eólica no Brasil. Um exemplo disso é o recente anúncio de que o estado do Piauí deve receber investimentos para a construção de uma indústria para a produção de equipamentos voltados a esse segmento.

Para apresentar soluções, equipamentos, tecnologia, produtos e serviços para a área de energia, será promovida, em São Paulo, a BW Expo 2017 – Feira de Serviços e Tecnologias para Gestão Sustentável de Água, Resíduos, Ar e Energia, entre os dias 7 e 9 de junho, durante a Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos e será realizado em junho de 2017.

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janeiro 26 , 2017

Tecnologia transforma bagaço da cana em carvão ativo para combate à poluição

A cana-de-açúcar é uma das principais culturas da economia brasileira. Atualmente, o país é o maior produtor de cana no mundo, sendo responsável por mais da metade do açúcar comercializado em nível global. Segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, até 2018/2019, o Brasil deve colher 47,34 milhões de toneladas do produto, o que corresponde a um acréscimo de 14,6 milhões de toneladas em relação ao período 2007/2008.

A cana também é utilizada para produção do etanol, e seu bagaço e sua palha são usados como combustível para a produção de energia elétrica. Em 2015, de acordo com balanço da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a participação da biomassa da cana-de-açúcar na matriz energética nacional foi de 16,9% ante 15,7% em 2014. Outro ponto importante é que a maioria usinas produz sua própria energia a partir da queima do bagaço nas caldeiras. 
 
       Foto: Divulgação LNNano/CNPEM
 

Além de ser fonte de energia renovável e alternativa na substituição de combustíveis fósseis, a cana pode vir a ser ainda um elemento importante no combate à poluição e à contaminação do ar e das águas. Uma pesquisa desenvolvida pelo Laboratório Nacional de Tecnologia, do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (LNNano/CNPEM) está desenvolvendo uma técnica para a produção de carvão ativo, a partir de seu bagaço, o que pode impactar positivamente na fabricação de filtros mundialmente.

O carvão ativo é uma alternativa economicamente viável, até 20% mais barata, e com a mesma eficiência, se comparada ao carvão disponível no Brasil, e que geralmente é importado de outros países. Por meio de uma cooperação bilateral firmada por meio do Centro Brasil-China de Pesquisa e Inovação em Nanotecnologia (CBCIN), esse carvão já está em teste em Xangai para descontaminação de ar nos túneis da cidade, que sofrem com congestionamentos, gerando gases tóxicos. 

De acordo com os pesquisadores, o carvão ativo feito a partir de bagaço de cana já tem maturidade suficiente e deve estar disponível para o mercado em um prazo entre cinco e dez anos. A produção brasileira de cana na safra 2015/2016 ultrapassou as 665 milhões de toneladas, e deste total, aproximadamente um terço consiste em bagaço, que é obtido após o processo de moagem da cana nas usinas. Os dados são da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
 
Para contribuir com a melhor gestão do ar e da água, a BW Expo 2017 – Feira de Serviços e Tecnologias para Gestão Sustentável de Água, Resíduos, Ar e Energia trará modernos serviços e tecnologias nesse segmento que atendam as demandas dos setores público e privado e as necessidades da população. O evento compõe a Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos e será realizado em junho de 2017. 

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outubro 13 , 2016

Energias alternativas crescem no Brasil

O recente anúncio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, que aprovou o aumento para o financiamento de projetos de energia solar, que passa de 70% para até 80%, em Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), e a manutenção dos aportes em outras formas de energias renováveis, como a eólica e a biomassa, em até 70% em TJLP, direciona esse tipo de investimento para projetos com alto retorno social e ambiental e reflete a preocupação em diversificar a matriz energética brasileira, cuja principal fonte ainda é a hídrica, que corresponde a 61,3% da produção. 
 
 Fotos: Paulo Barros (Governo do Piauí) / Governo de Goiás 
 

Essa atenção está em consonância com os compromissos firmados durante a 21ª Conferência do Clima, realizado em dezembro de 2015, e com o Acordo de Paris para a necessidade de investir em fontes limpas de energia nos próximos anos. No mundo, ano passado, 77% das novas instalações de fontes renováveis foram para gerar energia a partir do vento e da luz do sol. A energia solar, por exemplo, obteve 56% do total de verba investida em renováveis, o que representa cerca de US$ 161 bilhões. 

Segundo o Ministério de Minas e Energia, o objetivo é aumentar em 23% a participação de fontes renováveis na matriz energética até 2030. No Brasil, um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) mostra que a participação de renováveis na matriz energética brasileira passou de 39,4% em 2014 para 41,2% no ano passado. A energia eólica obteve uma maior participação na matriz elétrica, chegando a 3,5% ante 2% em 2014, a energia a partir da biomassa cresceu de 7,4% para 8% e a energia solar passou a representar 0,01% dessa matriz, cuja maior fatia ainda cabe aos sistemas de geração por usinas hidroelétricas. 

Para modernos serviços e tecnologias nesse segmento que atendam as demandas dos setores público e privado e as necessidades da população na área de energia, a BW Expo 2017 – Feira de Serviços e Tecnologias para Gestão Sustentável de Água, Resíduos, Ar e Energia ocorrerá em junho do próximo ano e comporá a Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos.

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setembro 29 , 2016

Avanços e desafios para a destinação correta de resíduos

Quando foi sancionada em agosto de 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos tinha a intenção de envolver o governo federal, estados, municípios, empresários e a própria comunidade para estimular uma destinação correta para o lixo produzido, reduzindo a geração de resíduos e promovendo um consumo mais consciente. No entanto, após seis anos, ainda há muito a ser feito. 

Segundo dados divulgados pelo Observatório Litoral Sustentável, de tudo o que é produzido no País, 51,4% é orgânico, 31,9% é reciclável e 16,7% é rejeito, único resíduo que pode ser destinado ao aterro. Os orgânicos, formados por sobras de alimentos e resíduos verdes de poda, constituem a maior parcela dos resíduos domiciliares urbanos e sua gestão é de responsabilidade das prefeituras, que precisam desenvolver estudos de viabilidade para identificar a alternativa de tratamento mais adequada e viável.

O governo municipal também responde pela redução da disposição final de resíduos sólidos em aterros sanitários e, para isso, devem adotar rotas tecnológicas, instalações e ações integradas adequadas ao manejo sustentável desses resíduos. Já os resíduos recicláveis são de responsabilidade do setor privado. 

De acordo com um diagnóstico da Confederação Nacional de Municípios, atualmente, de 30% a 35% dos municípios já possuem o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e apenas oito estados têm o plano estadual. Uma das primeiras cidades no interior de São Paulo a ter esse Plano com metas pré-estabelecidas, Franca, divulgou recentemente alguns dados sobre a gestão de resíduos do município. Estima-se que 2.653 toneladas/ano de resíduos sólidos domiciliares seletivos são coletados e encaminhados para o Centro de Triagem do Município. No caso dos resíduos de serviços de construção civil, o cálculo é de 450 t/dia coletado por empresas particulares e destinado para dois aterros particulares existentes.

Para contribuir com a melhor disposição, tratamento, monitoramento, reutilização, manipulação e gestão de resíduos, a BW Expo 2017 – Feira de Serviços e Tecnologias para Gestão Sustentável de Água, Resíduos, Ar e Energia trará modernos serviços e tecnologias nesse segmento que atendam as demandas dos setores público e privado e as necessidades da população. O evento compõe a Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos e será realizado em junho de 2017.

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