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Com mais de 28 anos de atividade, a SOBRATEMA - Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração se dedica a propor soluções para o desenvolvimento tecnológico do setor, difundir o conhecimento e informações, participar da formação, especialização e atualização de profissionais que atuam no mercado brasileiro da construção e da mineração.

A entidade conta com o apoio de mais de 1 mil associados (profissionais e empresas de construção, de locação, fabricantes e prestadores de serviços) e de parceiros estratégicos, que englobam as principais entidades representativas de profissionais no Brasil e no exterior.

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Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração

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agosto 17 , 2017

Produção da indústria estimula recuperação econômica

O novo ciclo econômico está iniciado e vem na onda do crescimento da produção e da necessidade de infraestrutura. Economistas argumentam que, ao contrário do ciclo anterior, onde o consumo era o principal agente de manutenção da economia, o momento atual registra crescimento na produção da indústria brasileira, no varejo e em serviços, além do agronegócio, que continua batendo recorde de safra.
   
            Foto: Grandes Construções 
 
Em dados divulgados pelo Ministério do Trabalho, constatou-se que entre as vinte cidades que mais geraram empregos neste ano, a maioria está ligada à indústria, sendo que a segunda maior atividade geradora de empregos é o agronegócio. O primeiro município no ranking é Franca, impulsionada pela produção de calçados; outros exemplos são a quinta colocada, Joinville, destaque na produção de autopeças e Caxias do Sul, ocupando o oitavo lugar na lista pela geração de empregos.  

Especialistas afirmam ainda que o momento atual é propício para investimentos, pois representa o começo do novo ciclo favorável, em que ainda há pouca oferta, mas o mercado cresce em ritmo constante. Também projetam para o segundo semestre uma retomada do crédito e um crescimento econômico maior que o esperado para o ano passado no mesmo período.  

Já no mercado mundial, recentes configurações indicam que o Brasil deve elevar suas exportações de produtos agrícolas para a China. Além disso, grupos chineses tiveram presença relevante em recentes leilões de infraestrutura, relativos a aeroportos e energia, promovidos pelo governo federal. Também vale lembrar que a população e a economia da Índia crescem em ritmo acelerado, e este pode ser um mercado em potencial para negócios brasileiros. 

A análise da economia brasileira e o debate sobre este e outros assuntos foram apresentadas durante o Fórum Infraestrutura – O Papel da Infraestrutura na Retomada do Crescimento do Brasil.

Postado em Revista Grandes Construções

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agosto 11 , 2017

Retomada da economia brasileira já é uma realidade

O momento da retomada do crescimento econômico pode finalmente estar acontecendo. Os especialistas apontam as quedas das taxas de juros e inflação como fatores positivos, contribuindo para aumentar a confiança dos empresários, estimular investimentos e movimentar o consumo. Com a Selic em 9,25%, a taxa básica de juros está novamente na casa de um dígito, algo que não acontecia desde outubro de 2013. Já o índice de inflação no acumulado em doze meses está em 2,71%, abaixo do piso da meta de inflação estipulada pelo governo pela primeira vez desde março de 2007, nesta base de comparação. Este patamar foi o menor para 12 meses desde fevereiro de 1999, quando o índice acumulou 2,24%.

       Foto: Pietro Tardelli 

 

As perspectivas de novas quedas na Selic podem ampliar o uso de crédito disponibilizado por bancos públicos e privados e, consequentemente, a volta do consumo, do investimento e da geração de empregos. Segundo economistas, a retomada do consumo beneficia toda a sociedade, mas o retorno do crédito e da confiança beneficia três setores: automóveis, imobiliário e máquinas e equipamentos, especialmente, pelo valor do investimento nessas áreas.

Se esse cenário se mantiver nos próximos meses – menor taxa básica de juros e inflação controlada –, há a expectativa de que os dados positivos para a oferta de empregos se mantenha. No mês de julho, o Brasil gerou 35.900 vagas formais de emprego, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho. Esse foi o quarto mês consecutivo com criação de vagas com carteira assinada e a primeira vez, desde 2014, em que as contratações superaram as demissões no mês de julho. Foi o melhor mês de julho em quatro anos.

Outra melhora observada é o PIB, que registrou incremento de 1% no último trimestre. Desde o ano passado, outro índice que está em tendência de ascensão é o de confiança da indústria, que de acordo com a apuração da Fundação Getulio Vargas (FGV), teve avanço de 1,2 ponto em relação ao resultado fechado de junho. 

Os estudos econômicos e perspectivas para futuros investimentos foram apresentadas durante o Fórum Infraestrutura – O Papel da Infraestrutura na Retomada do Crescimento do Brasil.

Postado em Revista Grandes Construções, Sobratema Eventos

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agosto 03 , 2017

Infraestrutura recebe investimentos

O Governo Federal vem pondo algumas medidas em prática para aumentar o investimento na infraestrutura e aquecer a economia. Foi anunciada recentemente a liberação de R$ 11,7 bilhões para financiamento de obras e concessões. As linhas de crédito serão destinadas a municípios por meio do Banco do Brasil, Caixa e FGTS para obras de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólido e águas pluviais e redução e controle de perdas. A seleção de propostas começou no último dia 24 de julho e vai até o dia 9 de março de 2018.  
 
                     Foto: Grandes Construções 
 

O Governo também busca parceiros de negócios em outros países. Há poucos dias, o Ministro das Finanças britânico esteve em visita ao Brasil para discutir futuras parcerias em obras de infraestrutura. Na ocasião, Henrique Meirelles, Ministro da Fazenda, falou sobre recentes leilões de aeroportos e energia que resultarão em investimentos para os próximos 30 anos. As concessões dos aeroportos de Fortaleza, Porto Alegre, Salvador e Florianópolis trarão para os cofres públicos R$ 3,7 bilhões em outorgas. No dia 28 de julho, o governo federal assinou os contratos com os grupos vencedores.

Além do governo federal, os governos estaduais também estão procurando estimular os investimentos no segmento de infraestrutura. Um exemplo é o Estado do Ceará. Recentemente, foi anunciado o maior aporte financeiro em rodovias cearenses. Serão R$ 2 bilhões a serem aplicados para intervenções em 2.063,31 quilômetros (km) de rodovias até 2018. O projeto Ceará de Ponta a Ponta tem financiamento do tesouro estadual e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
       
Uma análise sobre a economia e a política relacionada à infraestrutura será apresentada no Fórum Infraestrutura – O Papel da Infraestrutura na Retomada do Crescimento do Brasil, no dia 9 de agosto, em São Paulo. 

Postado em Revista Grandes Construções

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julho 27 , 2017

Brasil é destaque internacional em selos verdes

O Brasil é uma das potências do mundo em certificações ambientais. Em 2013, quando metade dos empreendimentos comerciais entregues em São Paulo e no Rio de Janeiro foram certificados. No mesmo ano, Curitiba foi a líder entre cidades brasileiras, onde os selos atingiram 80% das construções com fins comerciais. Atualmente, o país está em quarto lugar no ranking do selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), atrás de Emirados Árabes, China e o líder Estados Unidos. E, cerca de 160 projetos conta com a certificação AQUA HQE (Alta Qualidade Ambiental).
 
          Foto: Greenroads 
 

Além dos selos voltados para empreendimentos comerciais e residenciais, começa a ganhar espaço na construção internacional as certificações voltadas para obras de infraestrutura. O Greenroads é uma iniciativa norte-americana de 2010 que reconhece ruas e calçadas sustentáveis. Além dos Estados Unidos, Canadá e Austrália já utilizam o selo. Entre os requisitos, estão: calçadas com rampas e ilhas para pedestres entre uma via e outra, ciclovias, iluminação de LED, substituição do sistema de esgoto sanitário, caso não atenda as normas técnicas, pavimento permeável, entre outras exigências. 

Por meio desta inspiração, professores e alunos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) apresentaram, em 2011, o Rodovias Verdes, específico de trechos rodoviários. Apesar de nenhum projeto ter sido ainda certificado, os idealizadores da iniciativa lembram que o Brasil avança em sustentabilidade de infraestruturas e citam as chamadas estradas ecológicas, como o sistema Anchieta-Imigrantes (SP) e a BR-290 (RS). As duas rodovias se destacam principalmente pela preservação do meio ambiente, que incluem trechos da mata atlântica. Há, ainda, uma dezena de outras estradas que empregam medidas como o uso de mistura asfalto/borracha e construção de passagens seguras para animais silvestres, chamados faunodutos. 

Para avançar nas práticas sustentáveis na infraestrutura brasileira, alguns especialistas apontam a parceria público-privada (PPP) como modelo de negócios ideal, já que prioriza obras com menores custos de construção e manutenção. É esse também o foco das diretrizes de diversos selos verdes, orientadas para medidas de economia de recursos, como instalação de luz de LED. Estima-se que a adoção de medidas sustentáveis gera a diminuição de até 35% dos custos operacionais e de manutenção.  

As novidades sobre projetos de infraestrutura sustentável e o debate sobre PPPs foram apresentados durante seminário no Sobratema Summit 2017, parte da Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos. 

Postado em Semana das Tecnologias Integradas, Sobratema Summit

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julho 20 , 2017

Impermeabilização correta evita gastos com reparos

A impermeabilização é uma das técnicas mais antigas da construção. Um dos primeiros registros é do século V a.C., quando Heródoto narrou o uso asfalto derivado do piche como material antiumidade nos jardins da Babilônia. Nos dias de hoje, além de, logicamente, materiais mais avançados, a impermeabilização é pensada também em BIM (Building Modelling Information), já que a plataforma permite a representação simultânea de diferentes projetos integrantes de uma mesma obra. 
 
Isso é fundamental, pois os diferentes materiais impermeabilizantes, como membranas acrílicas e mantas asfálticas, muitas vezes interagem com elementos de estrutura e de sistemas hidráulicos, como no caso de lajes aparentes, onde o projeto de impermeabilização deve considerar a dimensão da estrutura e a interação com caimentos de ralo. 
 
                     Foto: Diogo Moreira/Governo do Estado de São Paulo
 
 
No entanto, não adianta utilizar recursos avançados se o projeto de impermeabilização for mal executado. Por isso, é preciso levar em conta os testes de estanqueidade presentes no item 4.5 da ABNT NBR 9575:2010 Impermeabilização – Seleção e Projeto. Os testes previstos na norma recomendam a interação da área impermeabilizada com água por um período contínuo de, no mínimo, 72 horas. Se houver vazamento, o reparo deve ser imediato. 

A impermeabilização contribui para redução de custos referentes à manutenção de uma obra ao combater patologias provocadas pela umidade. Estima-se que, em média, a etapa de impermeabilização consuma 1% do orçamento de uma obra, enquanto os gastos para reverter os efeitos danosos provocados por infiltrações em elementos e interações estruturais cheguem a 10%.

Algumas áreas propícias a infiltrações são usadas majoritariamente por funcionários de limpeza ou apenas como lugar de passagem pelos moradores de um prédio, por exemplo. É o caso de garagens de subsolo, onde muitas vezes é também o local do armazenamento do lixo. 

A norma diz que o básico é manter os ralos limpos e desobstruídos, não instalar nenhum equipamento ou elemento que possa perfurar a impermeabilização (no caso de mantas), não utilizar substâncias agressivas na lavagem das áreas, como ácidos (no caso de membranas) e, quando a impermeabilização contemplar áreas de jardim, não alterar o arranjo de forma que a terra ultrapasse a altura do rodapé original.  

Os benefícios dos diferentes sistemas de impermeabilização foram apresentados durante um seminário no Sobratema Summit 2017, um dos eventos participantes da Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos. 

Postado em Semana das Tecnologias Integradas, Sobratema Summit

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julho 13 , 2017

Sustentabilidade em cidades é tema de estudos da ONU e do IBGE

A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou recentemente o programa Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, série de metas e indicadores para a implantação de agendas verdes por órgãos públicos. O item onze do documento é especializado na questão das cidades e trata como prioridade para a melhoria do espaço urbano o cuidado com habitações e estratégias de mobilidade. 
 
Levando em conta os esforços da ONU em prol do planejamento urbano, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) incluiu no Atlas Nacional Digital do Brasil 2017, no caderno temático intitulado Geografia das Cidades Sustentáveis no Brasil, algumas consideração acerca das metas propostas. O documento observa peculiaridades do desenvolvimento histórico brasileiro que impõe dificuldades às medidas que favoreçam o meio ambiente e a inclusão social, como o processo de urbanização tardio e o saneamento básico insuficiente. O estudo do IBGE também destaca a desigualdade social acentuada do país, que faz com que uma mesma cidade possua áreas com diferentes Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) e expectativa de vida. 
 
              Foto: César Ogata/SECOM 
 

Apesar das dificuldades, alicerces para um futuro mais verde e inclusivo já estão sendo lançados no país. O Projeto Renova Centro 20/30, iniciativa de órgãos privados, busca revitalizar uma área central da cidade de São Paulo conhecida como centro novo, quadrilátero formado pelas vias entre a Rua Coronel Xavier de Toledo e as avenidas Ipiranga, São João e São Luis.  

O projeto ouviu moradores e comerciantes e elencou cinco itens como prioridades no processo de revitalização: calçadas, coleta de lixo, poluição sonora, poluição visual e banheiros públicos. Na atual fase do Renova Centro 20/30, os coordenadores da iniciativa entram em contato com a prefeitura com o intuito de bolar estratégias em conjunto acerca da melhoria dos cinco itens.     
     
O Renova Centro 20/30 tem como meta pôr em prática as medidas de revitalização do centro novo até 2020 e replicar as ações em outras regiões, como Sé e República, até 2030. Já é planejada na próxima fase do projeto a inclusão de questões sobre habitação popular, outro ponto de relevância segundo a ONU para ampliar a sustentabilidade em cidades. O projeto foi apresentado durante a Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos.

Postado em Semana das Tecnologias Integradas

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