Quem Somos

Com mais de 28 anos de atividade, a SOBRATEMA - Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração se dedica a propor soluções para o desenvolvimento tecnológico do setor, difundir o conhecimento e informações, participar da formação, especialização e atualização de profissionais que atuam no mercado brasileiro da construção e da mineração.

A entidade conta com o apoio de mais de 1 mil associados (profissionais e empresas de construção, de locação, fabricantes e prestadores de serviços) e de parceiros estratégicos, que englobam as principais entidades representativas de profissionais no Brasil e no exterior.

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Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração

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junho 22 , 2017

Cidades procuram investir em saneamento básico

A universalização dos serviços de saneamento básico é um dos principais desafios na área de infraestrutura. São mais de 34 milhões de brasileiros sem acesso à água tratada e o índice de coleta de esgoto está em 50% enquanto o de tratamento de esgoto, em 42,7%.

Assim, para atingir esse objetivo, o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) previa investimentos de R$ 400 bilhões até 2033. No entanto, de 2010 a 2015, o aporte médio ficou em cerca de R$ 11 bilhões, quase a metade do necessário, segundo estudo da GO Associados.

Foto: Prefeitura de Niterói 

 

Mesmo assim, os municípios e as capitais estão buscando alternativas para melhorar o saneamento. O ranking do Instituto Trata Brasil mostra que, em cinco anos (2011 a 2015), as 26 capitais (menos Palmas, no Tocantins) investiram, juntas, a quantia de R$ 19,44 bilhões, ou seja, 63% do que investiram as 100 maiores cidades (R$ 30,8 bilhões) e 32% do que o país todo investiu no mesmo período.

Já em termos de municípios, Niterói, no Rio de Janeiro, por exemplo, investiu nesses cinco anos em torno de 150 milhões. A cidade é a primeira do Estado neste quesito e, além de universalizar o abastecimento, hoje possui um índice de 17% de perdas de água e 92,8% de todo o esgoto produzido recebe tratamento.  A perspectiva da prefeitura é que, até 2018, 100% do esgoto seja tratado. Para isso, estão sendo construídas duas novas estações de tratamento de esgoto – Sapê e do Badu –, totalizando dez ETEs no total.

Uma das ETEs inauguradas, Maria Paula, conseguiu atingir uma eficiência energética que resultou numa economia de R$ 3 milhões, depois de adotar equipamentos e tecnologia de ponta. A estação conta com três módulos, cada um com capacidade para tratar 60 litros de esgoto por segundo, totalizando 180 L/s, integra um sistema que possui também 25 quilômetros de rede, 10 quilômetros de recalques e 12 elevatórias e beneficia cerca de 40 mil pessoas de Maria Paula, Matapaca, Vila Progresso e Muriqui. O case dessa ETE foi apresentado Sobratema Summit, maior evento de conteúdo do mercado de meio ambiente e do setor de construção no país. 

Postado em Semana das Tecnologias Integradas, BW Expo, Sobratema Summit

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junho 14 , 2017

Estatuto do Pedestre melhorará a mobilidade das pessoas

O projeto de Lei 617/2011 propõe o Estatuto do Pedestre que, dentre outras alterações, prevê tempos de semáforo maiores para travessia, a melhoria da iluminação das calçadas e a criação de placas de sinalização específica para quem transita a pé pela cidade. A PL foi redigida com base na Pesquisa de Mobilidade da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), de 2012, que mostra que 31% da população se locomove a pé na região metropolitana da cidade.

    Foto: Romero Cruz

 

O projeto prevê a criação de mecanismos que criam fundos para viabilizar a criação e qualificação da infraestrutura para quem se locomove a pé. Esses recursos viriam de operações urbanas, concessões e do Fundurb (Fundo de Desenvolvimento Urbano), cujo limite é fixado em 30% do fundo, fatia destinada a ações relacionadas a mobilidade, segundo o Plano Diretor.

Uma das etapas do Estatuto do Pedestre será a criação de um sistema de informação sobre os fluxos regulares feitos por quem anda a pé na cidade, que reunirá dados estatísticos sobre circulação, acidentes, atropelamentos, melhorias na sinalização; priorização de pedestres em travessias e pontos de ônibus e maior segurança ao pedestre. Isso possibilitará formular e avaliar as políticas de mobilidade. 

Na Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos, foi apresentado dentro do Programa VivaCidade, o projeto Ruas Completas, que antecipou alguns dos conceitos propostos pelo Estatuto. O recorte urbano, com mais de 400 m² de área, foi projetado sob os conceitos de acessibilidade universal, exemplificando que é possível uma convivência harmoniosa entre pedestres, ciclistas, ônibus e automóveis. A iniciativa é do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), em parceria com a Sobratema, a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) e o WRI Brasil.

O projeto contemplou pavimentação de vias, iluminação pública, sinalização vertical e horizontal, sistema de drenagem de água de chuva, calçadas confortáveis, garantindo mobilidade e acessibilidade e estimulando o deslocamento não motorizado bem como a ocupação do espaço urbano pelo cidadão. No final da rua foi montada uma “praça” como espaço principal de convivência, dotada de equipamentos urbanos que permitem o acesso e uso pleno de pessoas portadoras de deficiências.

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junho 08 , 2017

BIM começa a ganhar espaço entre engenheiro e arquitetos brasileiros

O BIM (Building Information Modeling), ferramenta de execução de projetos que incorpora diversos aprimoramentos tecnológicos em todas as fases construtiva de uma obra, vem ganhando espaço na indústria brasileira da construção. Todos os envolvidos com o setor são unânimes em destacar que a plataforma deve promover uma importante ruptura na forma de conceber projetos por parte de arquitetos e engenheiros. Argumentam que ela oferece suporte ao projeto ao longo de todas as fases construtivas, possibilitando uma obra de melhor qualidade, feita mais rapidamente, com menos risco de erros e até com racionalização do uso de insumos.

Alguns profissionais entendem que há uma tendência forte indicando que, no médio prazo, deve ocorrer uma troca dos tradicional sistema de CAD, programa utilizado na elaboração de projetos arquitetônicos, pelo BIM. Há inclusive algumas empresas fabricantes de materiais de construção que já desenvolveram produtos especialmente voltados para aplicação em projetos executados com uso de BIM. Alguns fabricantes já estão, inclusive, disponibilizando catálogos em BIM.

Entre as muitas vantagens da utilização do BIM está a possibilidade de reunir toda a informação necessária à representação gráfica (desenhos rigorosos), análise construtiva, a quantificação de trabalhos e tempos de execução, desde a fase inicial do empreendimento até sua conclusão. É possível até incluir o processo de desmontagem da obra ao final do seu ciclo de vida útil, pois isso está contemplado no modelo.

O que pode impedir um avanço ainda mais significativo e rápido do uso do BIM na arquitetura e engenharia brasileiras são fatores relacionados com o elevado preço do software, a necessidade de investimento em equipamentos mais potentes e sofisticados para suportar os cálculos do modelo, além do treinamento e da capacitação do pessoal envolvido com as diferentes fases do projeto. E esse aspecto é decisivo para o sucesso do uso da ferramenta, pois ele exige que, além dos funcionários das construtoras, também os principais fornecedores de insumos ou prestadores de serviços também interajam utilizando a plataforma.  

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junho 01 , 2017

Políticas de compliance trazem benefícios para empresas

A política de compliance não é novidade. Ela surgiu nos Estados Unidos por meio de agências federais reguladoras em um momento em que as grandes corporações estavam ganhando cada vez mais espaço no cenário econômico do país. Desse período, a agência mais famosa é o FDA (Food and Drug Administration), criada em 1906 com a função de fiscalizar produtores de alimentos e produtos medicinais. As políticas de Compliance também foram postas em prática pelo Federal Reserve System em 1913, sistema de banco central dos Estados Unidos.
 
             Foto: Arnaldo Alves/ANPR  
 
 
Passado cerca de um século, as práticas norte-americanas de Compliance ganharam novos contornos, dessa vez tendo em vista o combate à corrupção dentro de empresas. No Brasil, a discussão atingiu órgãos privados, motivada pela crise política. Especialistas na área indicam cinco aspectos essenciais para que a política dentro de empresas seja considerada efetiva: suporte da alta administração, análise de riscos, implantação de políticas e procedimentos, comunicação e treinamento e monitoramento.
     
Uma vez que a política reguladora é instalada os resultados dessa prática são logo percebidos. Os administradores familiarizados com as práticas do Compliance destacam o benefício à imagem da empresa, garantindo vantagem competitiva e maior proteção aos acionistas, além da prevenção contra prejuízos financeiros provocados direta e indiretamente por atos ilegais.   
  
As questões sobre práticas de gestão de riscos estarão em debate no Seminário Compliance, que acontece no dia 9 de junho durante o Sobratema Summit 2017, evento que faz parte da Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos. 

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maio 25 , 2017

Mercado de locação de equipamentos passa por transformações

O setor de locação de equipamentos no Brasil passou por muitas mudanças nos últimos anos. No início da década, o crédito estava mais acessível e havia uma grande quantidade de obras de infraestrutura em todo o país, o que culminou em um período de crescimento e expansão do mercado, com a entrada de profissionais de outros ramos, que investiram na compra de equipamentos para locação.

No entanto, a chegada das dificuldades econômicas trouxe mudanças para o mercado, com o aumento das taxas de juros e um menor ritmo no volume de obras. Com isso, algumas empresas acabaram saindo do segmento e as mais antigas, bem administradas e saudáveis estão se mantendo, por meio de ajustes financeiros e readequações no parque de máquinas, por exemplo. Outras estão diversificando a aplicação de seus equipamentos, com estratégias para buscar negócios em segmentos que não contemplam um canteiro de obras.

Além disso, a exemplo de outros países, os locadores estão priorizando cada vez mais sua profissionalização e a organização como categoria. Tanto é que as companhias têm a disponibilidade dos equipamentos como uma das prioridades, o que significa manter a máquina com manutenção em dia, peças genuínas e funcionários especializados. Outra ação foi a instituição, em 2012, da Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Máquinas, Equipamentos e Ferramentas (Analoc).

Os locadores afirmam que o mercado está mostrando uma enorme capacidade de resistência. E há expectativas positivas para o setor, caso a taxa de juros continue cair e, pelo menos, uma parte dos projetos de infraestrutura e de habitação do governo for retomada.

A Analoc vai trazer mais informações sobre o mercado de locação de equipamentos, durante o 5º Congresso Nacional de Valorização do Rental, que ocorrerá no dia 8 de junho, no Sobratema Summit, durante a Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos.

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maio 18 , 2017

Mercado de distribuição e varejo de materiais para construção pode ser beneficiado com medidas

A entrada em vigor do Cartão Reforma, no final de abril, possibilitará o acesso, por famílias que recebem até três salários-mínimos, o equivalente a R$ 2,8 mil, ao crédito para reforma, ampliação, promoção da acessibilidade ou conclusão de obras. O orçamento inicial do programa habitação é de R$ 1 bilhão e a previsão do governo federal é de que cerca de 100 mil pessoas sejam beneficiadas nesta primeira fase. O limite de crédito concedido para a aquisição do material de construção será de R$ 5 mil, em média.

 Foto: Anamaco 

 

Essa ação, somada à retomada do cartão Construcard no ano passado, cuja ideia é beneficiar dois milhões de pessoas, por meio da liberação de um montante de R$ 7 bilhões pela Caixa Econômica Federal, traz novos incentivos à indústria e ao varejo da construção civil. O cartão é aceito em uma ampla rede de lojas, composta por mais de 60 mil estabelecimentos em todo o País. Ele pode ser usado para a compra de qualquer material de construção, a exemplo de tijolos, cimento, pisos, revestimentos, armários embutidos, piscinas, entre outros.

Com isso, neste ano, a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) estima um crescimento de 5% nas vendas no varejo de material de construção em relação a 2016. De acordo com a Pesquisa Tracking mensal da entidade, neste primeiro quadrimestre de 2017, a comercialização cresceu 3% na comparação com o mesmo período do ano passado. Em abril, o setor teve desempenho estável na comparação com o mesmo mês do ano passado. O estudo indica que otimismo do setor com relação às ações do Governo nos próximos meses continua em 44%. 

Com essa perspectiva de recuperação, acontecerá no Sobratema Summit 2017, durante a Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos, o 5º Fórum MATCON reunirá nos dias 7 e 8 de junho, os principais distribuidores de materiais de construção, as indústrias fabricantes e os pequenos e médios lojistas, em dois dias de debates intensos sobre os principais temas que envolvem esse segmento, abordando, especialmente, a questão da integração entre os diversos meios de venda.

Postado em Semana das Tecnologias Integradas, Sobratema Summit

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