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Com mais de 29 anos de atividade, a SOBRATEMA - Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração se dedica a propor soluções para o desenvolvimento tecnológico do setor, difundir o conhecimento e informações, participar da formação, especialização e atualização de profissionais que atuam no mercado brasileiro da construção e da mineração.

A entidade conta com o apoio de mais de 1 mil associados (profissionais e empresas de construção, de locação, fabricantes e prestadores de serviços) e de parceiros estratégicos, que englobam as principais entidades representativas de profissionais no Brasil e no exterior.

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Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração

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outubro 20 , 2017

Mercado de caminhões apresenta resultados positivos

O desempenho do setor de caminhões continua a apresentar sinais de recuperação. Em setembro, segundo dados das duas principais associações – Anfavea e Fenabrave –, houve um aumento entre 8% e 9,5% nas vendas em relação ao mesmo mês do ano anterior. 
 
            Foto: Revista M&T

A produção também segue em alta, com 7,6 mil unidades, uma quantidade 56,8% superior ante a setembro de 2016. No acumulado do ano, foram produzidas 59 mil unidades, o que representa uma expansão de 27,3% em relação aos primeiros nove meses de 2016, quando foram fabricadas 46,3 mil unidades.

Um dos responsáveis pelos números positivos é o mercado externo. Entre janeiro e setembro deste ano, saíram do país 21 mil veículos, representando aumento de 41% em relação ao mesmo período de 2016. Esses embarques correspondem a 36,4% dos caminhões produzidos este ano. As exportações são decorrentes da grande quantidade de fábricas no Brasil que produzem diferentes categorias para atender vários segmentos. 

Nos primeiros nove meses do ano, quase todas as categorias de caminhões obtiveram um crescimento nas exportações ante ao mesmo período do ano anterior, com exceção dos modelos semileves que alcançaram uma quantidade semelhante em vendas externas (506 contra 507 unidades). O destaque ficou por conta dos embarques dos semipesados, com uma alta de quase 90%, o que significa 7,9 mil unidades exportadas de janeiro a setembro de 2017.

Mais informações sobre o mercado de caminhões podem ser encontradas nas matérias e notícias publicadas regularmente pela Revista M&T. 

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outubro 11 , 2017

Mercado mundial de escavadeiras deve crescer em 2017

O mercado mundial de escavadeiras deve obter um aumento de 24% nas vendas em relação ao ano passado, devido, sobretudo, aos mercados da China e da Índia. Até 2012, a expectativa é que sejam vendidas em média 500 mil unidades por ano, totalizando cerca de US$ 49 bilhões. Os dados são de um levantamento inédito da Off-Highway Research, consultoria britânica especializada no mercado de equipamentos para construção e agricultura. Foram feitos levantamentos sobre vendas, produção, população global de máquinas, dados de fornecedores e perfis de fabricantes.  
 
                        Foto: Revista M&T 
 

A primeira parte do estudo foca nas importações realizadas entre 2012 e 2016, anos em que houve crescimento significativo nas aquisições de miniescavadeiras em comparação com as de esteira e as de rodas. A Europa registra o maior número de unidades comercializadas, representando mais de 20% das vendas de escavadeiras de esteiras e miniescavadeiras. A China é outro mercado de peso, somando 16% das unidades vendidas, em sua maioria escavadeiras de esteira.    

O estudo também rastreou os locais onde as máquinas usadas ao redor do mundo são fabricadas. Ficou evidente que 73% são produzidas na Ásia, sendo que somente o Japão fabrica 40% do total, seguido por China (20%). De acordo com o levantamento, o Brasil produz 1% do total de máquinas.     

Foi constatado que atualmente existem no mundo aproximadamente 3,8 milhões de escavadeiras ativas no mundo, sendo que 2/3 deste total estão nas mãos de empreiteiras ou locadoras. Responsáveis secundários por esta concentração são a indústria extrativista e empresas de gerenciamento de resíduos.  Atualmente, 61% da população mundial de máquinas é formada por escavadeiras de esteira, 34% de miniescavadeiras e 5% de escavadeiras de rodas.   

Outras notícias sobre o mercado de equipamentos e novas tecnologias estão todos os meses na Revista M&T.

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outubro 05 , 2017

Aumento das importações de bens de capital estimula economia

As importações brasileiras de bens de capital cresceram 34,5% em setembro na comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). O maior volume de compras de máquinas e equipamentos é visto como indicador positivo da confiança da indústria e da capacidade produtiva brasileira. 
 
 

Especialistas afirmam que as importações de bens de capital geralmente correspondem a uma melhora da demanda do país e favorecem a geração de empregos, uma vez que as máquinas requerem operadores capacitados. No mês passado, as importações desse tipo foram estimuladas pela aquisição de veículos de carga, aviões, lâmpadas de LED, motores elétricos e aparelhos mecânicos, representando avanço de 18,1 % das importações do mês de setembro. Também de acordo com o Mdic, outros tipos de importações subiram durante o último mês, como a de combustíveis e lubrificantes (26,4%), bens de consumo (15,9%) e bens intermediários (15,1%).       

O avanço das importações não prejudicou o equilíbrio da balança comercial. Foi registrado em setembro superávit de US$ 5,178 bilhões, o maior para o mês desde 1989, quando começou a série histórica. No período analisado de 2017 as exportações totalizaram US$ 18,666 bilhões, representando aumento de 24% em relação ao ano de 2016. De acordo com o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central, o superávit deve alcançar os US$ 62 bilhões neste ano e há projeção para 2018 de US$ 50 bilhões.  

O aumento de importações e exportações, alinhado com a manutenção da balança comercial, deve ajudar a recuperação da economia. O ministro da Fazenda Henrique Meirelles declarou que é esperado que o país inicie 2018 com uma taxa de crescimento de 2% ao ano.
 
As notícias sobre o mercado de bens de capital podem ser vistas regularmente na Newsletter e na Revista M&T. 

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setembro 27 , 2017

Uso de quartzito como agregado do concreto é tema de pesquisas

Recentes estudos acadêmicos apontam o quartzito como agregado eficaz da mistura do concreto. Este tipo de rocha é abundante na região sul de Minas Gerais, sendo conhecida popularmente como "pedra mineira". Quatro tipos de quartzito foram identificados pelos pesquisadores. Entre eles, o tipo 2 mostrou-se o mais adequado ao uso da indústria do concreto por ser maciço, ao contrário da estrutura foleada ideal no uso como revestimento e característico dos outros tipos. 
 
               Foto: PUC Minas
 
 
Em comparação com os agregados mais utilizados na mesma região – basalto, gnaisse e calcário –, o quartzito tipo 2 teve resultados iguais ou superiores nos quesitos absorção, abrasão e esmagamento. Esse resultado também ocorre em relação à brita, um dos agregados mais utilizados para obtenção do concreto. 

Os estudiosos observam que os resultados são referentes aos desempenhos físicos e mecânicos das rochas analisadas, sendo necessários testes de reação entre o quartzito e o cimento para serem determinadas com maior clareza as proporções da mistura. Estima-se que os agregados representem de 60% a 80% do volume do concreto, tendo influências na resistência, estabilidade e durabilidade. 

Esses estudos foram desenvolvidos para aproveitar melhor a matéria prima, uma vez que do total de quartzito extraído pelas mineradoras, estima-se que 90% é descartado. Isso acontece porque o mineral é utilizado principalmente pela indústria de revestimentos e deve ser extraído em placas. Assim, tudo o que não é retirado dentro do padrão não pode ser aproveitado. 

Além do uso na mistura do concreto, o quartzito tem sido experimentado na fabricação de telhas e tijolos. A partir de pesquisas realizadas em 2015, foi constatado que utilizar a pedra mineira como matéria prima destes produtos pode reduzir em até 45 % o custo de construção de uma casa popular.   

Outras novidades a respeito de técnicas e materiais construtivos estão todos os meses na revista Grandes Construções.  

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setembro 20 , 2017

Os cuidados na hora de dar partida num equipamento

O motor de partida, popularmente chamado de ‘motor de arranque’, responsável pelo acionamento de motores à combustão de caminhões e máquinas pesadas utilizadas na construção, nem sempre é o culpado por eventuais dificuldades na hora de acionar o equipamento. Os problemas relacionados à partida podem estar relacionados com avarias no sistema elétrico e, até mesmo, com a injeção e a qualidade do combustível utilizado. Em alguns casos, a qualidade ou envelhecimento das baterias também provoca falta de energia ou baixa tensão, o que eventualmente tende a queimar o motor de partida. 
 
            Foto: Revista M&T 
 
 
Outros itens que tendem a causar problemas para o motor de partida são os cabos da bateria. Periodicamente eles necessitam ser averiguados, no sentido de se verificar se estão bem conectados, pois, com o tempo, se cria uma resistência no circuito que resulta em baixa tensão e, consequentemente, gera pane completa do motor de arranque. Também o alternador, componente responsável por manter o nível constante de energia nas baterias, necessita permanecer alinhado com a tensão exigida pela bateria e pelos consumidores elétricos da unidade. Vale lembrar que o controle desse nível de demanda é feito pelos reguladores de tensão, instrumentos presentes nos alternadores dos equipamentos. 
 
Embora a qualidade do combustível seja fundamental para o bom funcionamento do motor de partida, há um consenso entre técnicos e mecânicos de que o maior causador de avarias no seu funcionamento está relacionado com a operação inadequada do equipamento. Entre as ações incorretas, a mais frequente é o acionamento excessivo na partida, como o ato de virar a chave por mais de dez segundos, o que superaquece o motor. Nesse caso, a recomendação é para que o operador aguarde pelo menos dois minutos para tentar novamente. Caso a falha persistir, é necessário fazer uma inspeção técnica.
 
No caso da inspeção de emergência e também das manutenções de rotina, a recomendação dos especialistas é para que se busque uma oficina especializada que necessita ser organizada, dotada de ferramentas e instrumentos adequados como multímetros e bancadas de testes. Além disso, os mecânicos e técnicos necessitam ser qualificados e cujas capacidades possam ser comprováveis por constantes cursos. Isso é fundamental, pois os equipamentos ficaram cada vez mais sofisticados, o que demanda correta análise para uma eficiente manutenção. Informações técnicas sobre manutenção em equipamentos utilizados na construção e mineração estão constantemente nas reportagens e artigos da revista M&T. 

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setembro 13 , 2017

Índice de Confiança na Construção sobe em agosto

O Índice de Confiança da Construção (ICST) subiu 1,5 ponto no mês de agosto em comparação com julho e atingiu 76,1 pontos, melhor nível desde abril. O indicador formulado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou a terceira alta seguida, acumulando 4,1 pontos no ano, o que pode sinalizar o início da retomada da atividade. A nova alta foi motivada pela melhora do Índice de Expectativas (IE-CST), representando mais 2,3 pontos nas projeções sobre os próximos seis meses, e do Índice da Situação Atual (ISA-CST), que subiu 0,7 ponto e somou ao todo 65,1 pontos.
 
                  Foto: Grandes Construções    
 
 
O aumento da confiança do setor construtivo vem acompanhado de outras notícias positivas que apontam para o fim do ciclo econômico pouco favorável. Foi divulgado pelo IBGE na semana passada um estudo indicando que a taxa de desemprego no Brasil caiu de 13% no segundo bimestre para 12,8% no período entre os meses de maio, junho e julho. A pesquisa esclarece que a queda do número absoluto de desempregados foi devido principalmente ao aumento na ocupação de vagas informais. A criação de vagas formais, porém, também cresceu, tendo aumento durante quatro meses consecutivos durante 2017.    

Outra novidade animadora foi a alta do PIB, que registrou crescimento de 0,2% no 2° trimestre em relação ao 1° e melhora de 0,3% em relação ao mesmo período do ano passado, o que levou entidades financeiras privadas a calcular o crescimento para todo o ano de 2017 entre  0,6% e 0,9%. Na última medição do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação variou em 0,19% no mês de agosto em relação a julho. A queda na inflação e os cortes na taxa Selic são apontados como agentes de aquecimento da economia, podendo aumentar o consumo e investimentos. 

Notícias sobre desempenho econômico do país e perspectivas de investimento no setor da construção estão na revista Grandes Construções.

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