Associação Brasileira de Tecnologia
para Construção e Mineração

Sobratema estima crescimento de 37% nas vendas de máquinas e equipamentos para construção em 2019

Na linha amarela (máquinas de movimentação de terra) estima-se um aumento de 31%

O mercado de equipamentos para construção está em franca recuperação. Pelo segundo ano consecutivo, o segmento vai apresentar um aumento na comercialização de máquinas da linha amarela – movimentação de terra. Em 2019, a estimativa é de um crescimento de 31% ante 2018, totalizando 16,6 mil unidades vendidas contra 12,7 mil unidades comercializadas no ano anterior. A informação é do Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção, da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema).

Nesse segmento, as vendas de retroescavadeiras devem ter uma alta de 57% em 2019, chegando a 5,6 mil unidades comercializadas. A estimativa é que as escavadeiras hidráulicas subam 34% nas vendas bem como as miniescavadeiras e minicarregadeiras alcancem percentuais de crescimento de 86% e 48%, respectivamente.

O Estudo Sobratema também estima as vendas de caminhões rodoviários demandados na construção, cuja previsão é de alta de 41% neste ano. A categoria “demais equipamentos”, que contempla guindastes, compressores portáteis, manipuladores telescópicos, plataformas aéreas e equipamentos para concreto, também contemplam dados positivos, com uma alta de 77% em 2019. Os caminhões betoneira devem obter a maior elevação com 169%, seguidos pelas plataformas aéreas (75%) e manipuladores telescópicos (65%).

Somada todas as categorias – linha amarela, demais equipamentos e caminhões rodoviários –, as vendas totais de máquinas para construção devem crescer 37% em 2019 em comparação a 2018. No total, serão 26,4 mil unidades comercializadas neste ano contra 19,3 mil unidades no ano anterior.

Ano de 2020

Para o próximo ano, o Estudo Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção estima o aumento de vendas da ordem de 10% no segmento de máquinas da linha amarela e de 13% para todo o setor de equipamentos para construção.

Editado desde 2007, o Estudo retrata a importância econômica do setor, auxilia na formulação das políticas que facilitam a aquisição de equipamentos modernos e eficientes, e é também um instrumento de planejamento muito útil para as empresas do setor. A compilação e análise dos dados conta com a consultoria econômica do jornalista e economista Brian Nicholson.

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